Seiken no Blacksmith – Conclusão

Olá a todos! Venha primeiramente informar que o problema no meu notebook ainda não foi resolvido, por isso infelizmente não estou podendo assistir ainda os novos animes da temporada de inverno, como Durarara!! Esses posts sobre as minhas primeiras impressões  vão sair , mesmo que bem atrasados. Enquanto isso não acontece, vou continuar com meus posts de conclusão de alguns animes que faltam da temporada de inverno, como será o caso hoje de Seiken n0 Blacksmith.

Outra coisa, é que queria agradecer muito pela resposta que tive(mos) com a entrevista feito com o Mauricio de Sousa. Além dos elogios  e comentários, ela foi responsável por estabelecer  um novo recorde de visitas diárias no blog, batendo também o de semanais, sendo que provavelmente no final do mês esse recorde também será quebrado. A parceria com o J-Wave continua, já emendamos uma nova entrevista com uma pessoa bem conhecida na área, acredito que vocês irão gostar bastante, só aguardar!

Seiken no Blacksmith, do estúdio Manglobe, começou e terminou como se esperava. Na média.

A história e seus personagens eram clichês de animes de aventura, mas clichês simpaticamente explorados, fazendo com que seus episódios fossem bem divertidos de se assistir. Contando a história e o crescimento da protagonista, Cecily Cambell, com ajuda do ferreiro Luke Ainsworth, clássico homem rude por quem a protagonista eventualmente irá se apaixonar, da espada demoníaca Aria e da kawaii Misa, Seiken no Blacksmith parecia caminhar em seus primeiros episódios para uma trama simples de uma cidade versus um inimigo poderoso.

O problema é que o anime contava com apenas 12 episódios, que acabaram mal explorados pelo diretor Hidaka Masamitsu, dando ênfase em histórias secundárias para mostrar o crescimento da sua personagem principal. A questão é que em um anime de 12 episódios tudo preciso ser bem amarrado e explorado. O tempo é curto e disperdícios podem fazer a série se transformar em algo corrido.

No caso específico de Seiken no Blacksmith, fiquei, como posso dizer,  “chateado” com o episódio 5 (veja o gráfico à baixo) que não teve utilidade alguma. Quando se pensava que a história iria para algum lugar, ela simplesmente mudava de direção, chegando a um final apressado e mal aproveitado. A impressão que fica é que Seiken no Blacksmith poderia ser muito melhor em uma série de 26 episódios, não 12.

Não estou afirmando que o anime é ruim, vejam pelo gráfico que ele cada episódio individualmente manteve uma boa média (com exceção do  5), indo de oito para sete, e daí para 9. Só que se os gráficos são boas formas de se analisar episódio por episódio, podem também enganar. Como diria  a teoria da Gestalt (Psicologia, vejam o link), o todo não é igual a soma de suas partes. Por isso, mesmo com três episódios finais acima da nota nove, muito por causa da ótima animação e cenas de luta que o estúdio Manglobe construiu, a série em si não passa de algo mediano.

O que posso resumir é; não esperem muito da série, ela consegue ter lutas empolgantes, algumas cenas engraçadas, ótima animação, umas pitadas de ecchi para quem gosta ( não o meu caso, acho até que foram usadas piadas sobre “seios” em excesso), mas não alcança vôos longos. É esperar por uma nova temporada que explore melhor seu potencial.

Esse post foi publicado em Animes, Conclusões e marcado , , , , , , . Guardar link permanente.

Uma resposta para Seiken no Blacksmith – Conclusão

  1. luiz_raphael disse:

    Boa review de Seiken ^^

    Quando a série foi lançada, a animação do Manglobe me deu vontade de assistir. Tava muito bem feito, pelo menos no trailer, então decidi arriscar. No final, ficou uma sensação de “mais do mesmo” pra mim, por isso acho que não fiz uma boa escolha :/

    Série muito mediana, mas pode ser boa só pra passar o tempo, quando não tiver nada pra fazer mesmo.

    P.S.: Parabéns por 1 ano de blog õ/

Os comentários estão encerrados.