Sengoku Basara 2 – Primeiras impressões

Olá leitores! Sei que estou um pouco atrasado com o post de quarta-feira, costumo lançar na madrugada do dia, mas não foi possível (minto, fiquei lendo o manga de Fullmetal Panic, mas não me julguem, finalmente consegui completar minha coleção depois de 4 anos de espera!). Mas já estou de volta para comentar outro anime pelo qual tinha grandes expectativas para essa temporada; Sengoku Basara – Segunda Temporada.

Para uma temporada onde a baixa quantidade de animes pareceria apontar para um momento fraco na indústria de animes, os episódios iniciais das séries que eu mais esperava tem sido incrivelmente satisfatórios e o primeiro episódio de Sengoku Basara – Segunda Temporada não deixa ser o contrário.

Se você não viu a primeira temporada, primeiro lhe indico que leia esse post aqui, onde eu comento um pouco sobre o anime, não é muito, até por ter sido feito em uma época onde eu ainda moldava o jeito que com que eu blogava, mas é um começo. Mas se você quer algo mais completo para conhecer as origens da série recomendo esse post do blog parceiro, Mithril.

Mas não estou aqui para comentar a primeira, mas sim a segunda temporada. Sengoku Basara é tudo aquilo que se pode esperar de um anime de lutas extravagantes e épicas, não há espaço para o simplório aqui, mesmo se tratando de parte da história real do Japão redesenhada.

Para comentar melhor sobre isso empresto a ótima pesquisa feita também pelo Mithril, onde se pode entender melhor o contexto em que a série se insere:

Na primeira temporada vimos como Oda Nobunaga (1534 – 1582) tentou conquistar o Japão da Era Sengoku usando o seu exército com influências portuguesas com a soma de espingardas nos combates e como o mesmo foi impedido por Ieyasu Tokugawa (1543 – 1616) (no caso dele, nem tanto assim, quem diria), Date Masamune (1567 – 1636), Sanada Yukimura (1567 – 1615), Uesugi Kenshin (1530 – 1578), Takeda Shingen (1521 – 1573) e etc. Agora na segunda temporada, o Japão continua em guerra por disputa de territórios, afinal a queda de um daimyo (senhor feudal) não significa o fim da guerra, porém novos “inimigos” aparecem para deixar o período ainda mais conturbado: Takenaga Hanbee (Takenaga Shigeharu [1544 – 1579] no original), Chousokabe Motochika (1538 – 1599), Mori Motonari (1497 – 1571) e Toyotomi Hideyoshi (1536 – 1598), sucessor de Oda Nobunaga como daimyo e que foi o responsável pela unificação do Japão sendo o seu período (de 1585 à 1591) de fato, o último grande período da Era Sengoku.

http://www.mithril.com.br/2010/07/sengoku-basara-2-1.html

A mistura de historicidade japonesa com o exagero no seu mais alto nível em cenas de lutas na melhor qualidade de animação que o Japão pode oferecer fizeram com que o primeiro episódio, mais especificamente a primeira metade deste, da segunda temporada de Sengoku Basara fosse de tirar o fôlego! Apesar da outra metade do episódio ter sido um pouco mais lenta, isso é sempre necessário para que a história ande, não se vive apenas de lutas.

A animação, a cargo do estúdio Production I.G, está no mesmo nível (talvez até melhor) da primeira temporada, nada menos do que o esperado deste ótimo estúdio que sempre dá uma atenção redobrada para esse ponto em seus animes. Se você tiver a chance, não pense duas vezes em assisti-lo em High Definition, pois vale muito a pena!

Não é possível e eu nem sequer espero muitas inovações no anime. Apesar de sua simplicidade, mantendo o esquema de lutas após lutas, para quem é fã desse estilo, já sabe o que terá, portanto saberá que será bom. Sengoku Basara é um anime para o espetáculo visual, mas que mesmo assim ainda trás uma carga em seu roteiro muito rica, mesmo que nem tanto explicada (chega a ser um pouco confuso, principalmente para quem não é acostumado com nomes japoneses).

A trilha sonora repete a qualidade da primeira temporada, ainda que eu prefira a abertura da primeira, isso não tira o gosto de ver esta nova, que casou perfeitamente com o anime. Os dubladores continuam perfeitos em seus papéis, com ênfase em Nakai Kazuya como Date Masamune, sempre um show à parte.

Quer diversão simples, mas com alto capricho? Quer poderes exagerados em meio à guerras territoriais? Quer um pouco de política suavizada? Quer um pouco da história japonesa? Pois Sengoku Basara é o anime certo!

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3 respostas para Sengoku Basara 2 – Primeiras impressões

  1. Robson disse:

    O Date Masamune é o melhor personagem da história. Quando eu assisti a primeira temporada, eu pensei “ele lembra o Zoro de One Piece, só que com 6 espadas”.
    O dublador é o mesmo, deve ser por isso. Tanto o Date quanto o Zoro parece que foram criados pro Nakai Kazuya interpretar, o cara manda muito bem.
    Quanto a história, curti muito a primeira temporada, as lutas foram muito boas, menos a final, que achei muito apelona. Toda a temporada foi, mas a ultima foi muito exagerada.
    Não se estressem com a minha opinião, cuidem do coração hehe.
    Espero que na segunda temporada tanto a história quanto as lutas fiquem melhores.
    Curti a cena da mão segurando as ilhas.
    Vlw.

  2. Rick Vasques disse:

    Fala galera.
    Cara, não tem nem oq comentar, tanto sobre o anime qto ao jogo.
    Eu, infelizmente, vim a conhecer Sengoku Basara, só na terceira edição do game (WII). Me apaixonei, sou muito fan do estilo, tanto q jah joguei, e gostei muito de Samurai Orochi (PC).
    Pois bem, vamos ao que realmente interessa. O Anime está muito fiel ao game, coisa difícil de acontecer, em Sengoku Basara 3 (WII), os personagens principais são, Ieyasu Tokugawa e Mitsunari Ishida, eu sou um admirador convícto do Ieyasu Tokugawa, tb não teria como ser diferente já que faço boxe, por isso fiquei um pouco decepcionado com a escolha dos personagens principais para o anime, mas tb, sou muito fan do Yukimura Sanada e do Masamune Date, por isso me apaixonei pelo anime do mesmo jeito.
    Quem não teve a chance de assistir a primeira temporada, corra e assista, o anime é simplesmente d+, nada pra tirar nem por. E tb, quem tiver a oportunidade de jogar os jogos, não perca tempo, vá e jogue agora.

    DATE RULES (Let´s go fellas)

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