Entrevista: Banda The Kira Justice

Olá pessoal, hoje é com muita alegria que trago para vocês mais uma entrevista no Gyabbo!. Depois de muito tempo sem nenhuma (a única foi com o Maurício de Sousa) venho hoje com uma conversa com os integrantes da famosa banda The Kira Justice.

The Kira Justice é uma banda de Porto Alegre/RS, eleita em 2010 a melhor banda de J-rock do Brasil pela rádio Animix, que inclui em seu repertório versões rock de músicas clássicas de animes, games e filmes. A banda já conta com shows em diversos estados do país, além de terem se apresentado no Anime Friends de 2009.

A banda lançou recentemente seu mais novo álbum, “Sombras e Luz” e está constantemente se expandindo, chegando à cidade de Manaus neste sábado (09/04) para um show no evento Anime Jungle Party. O cd já foi disponibilizado pela banda para download gratuito através do endereço http://sombraseluz.4shared.com/ (4shared) ou pelo endereço http://tinyurl.com/TKJ-sombras (mediafire) e também está disponível para ser ouvido no myspace oficial da banda. Não perca a chance de conhecer este ótimo álbum (pessoalmente eu estou ouvindo tem uma semana seguida)!

Confiram agoram agora a entrevista onde os integrantes da banda falam da sua história, do relacionamento com os fãs, suas vidas pessoais, momentos engraçados, tensos, expectativas para o futuro e muito mais!

Quem são os integrantes The Kira Justice, dentro e fora da banda?

Matheus: Meu nome é Matheus, tenho 22 anos e sou vocalista e guitarrista da The Kira Justice. Também sou o compositor da banda e responsável pelas gravações e agendamentos de shows. Fora da banda, ainda sou muito ligado a internet. Estou terminando a faculdade de direito, me formo esse ano.

Alice: Sou a Alice, tenho 23 anos e sou a baixista da banda; além disso, cuido da parte gráfica, como, por exemplo, design do Myspace e estampas das camisetas. Fora dela, sou estudante de Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

Sarisa: Sou a Sarisa, tenho 19 anos, sou vocalista da TKJ. Fico responsável pelo financeiro e pelos produtos da banda. Fora desta, faço curso de Direito, aulas de canto e alemão. Nas horas vagas toco piano e bateria.

Rafa: Eu sou o Rafa, tenho 22 anos e toco bateria na TKJ. Além disso, participo da assessoria de imprensa da banda. Fora da Kira sou estudante de medicina na universidade federal.

Falem um pouco sobre a formação e a trajetória da banda até o momento.

Matheus: A banda surgiu em 2007, da forma mais despretensiosa possível. Era algo tipo “imagina a gente tocando nos eventos de Porto Alegre, seria legal, se a gente se esforçar bastante talvez dê”. Com os shows, veio uma recepção muito forte do público e, aos poucos, o pedido por shows no resto do país.

Podemos dizer que a TKJ é uma banda de Rock. As releituras de temas clássicos de animes/games lembram experiências como o “Punk goes Pop”, mas ao mesmo tempo vocês foram premiados como a melhor banda de J-Rock em 2009. Afinal, onde podemos encaixar a banda dentro do Rock?

Matheus: Sinceramente, dentro de um estilo musical principal (como “rock”) rótulos são apenas rótulos, que muitas vezes indicam mais uma tribo do que um som. Mas eu diria que somos uma banda de rock voltada para os eventos de anime.

Alice: Somos uma banda de rock que toca músicas para o pessoal que curte anime, games, etc. O termo “J-Rock” é bastante usado pra definir bandas que estão no meio de animes ou qualquer coisa relacionada ao Japão e esse foi o caso do prêmio de melhor banda que ganhamos, pois não considero a The Kira Justice J-Rock, até porque nossas músicas são em português.

Apesar de cantarem algumas músicas em japonês, a maioria das execuções é feita em português. O público otaku é conhecido por certo “puritanismo” nesse âmbito, preferindo as versões em japonês, por que então a escolha pela língua nativa?

Matheus: Eu não acho que otakus desgostem da língua portuguesa. Um dos maiores problemas é com a dublagem, nos aspectos qualidade e fidelidade. Mas na hora de uma música te marcar, ela marca pela letra e pela nostalgia, coisa que funciona muito bem com as músicas em português. E quanto a qualidade da dublagem (que muitas vezes coloca cantores inexperientes na tradução), em certos casos acontece que a nossa versão acaba dando um “upgrade” na música original.

Alice: Há os que preferem músicas em japonês, porém, na minha percepção, o pessoal que curte a The Kira Justice gosta bastante das músicas na nossa língua. Acho que isso acontece porque esse pessoal conheceu as músicas que tocamos em português mesmo, assistindo anime na Manchete ou na Globo. Enfim, músicas em português têm todo aquele lance de poder cantar junto.

Sarisa: Acredito que seja uma minoria dos freqüentadores de eventos de anime que tem fluência na língua japonesa. Então, na hora de executar as músicas, a língua portuguesa passa mais energia para público pela fácil compreensão.

Rafa: Acredito que, além de ser de mais fácil entendimento o português, devemos deixar de desmerecer as versões brasileiras, por mais que algumas sejam realmente ruins e com pessoas que cantam desafinando, algumas demonstram um trabalho realmente competente na poesia e na execução, tanto que são lembradas até hoje. A prova do alcance dessas versões brasileiras é refletida na recepção que elas atingem quando tocadas ao vivo.

A banda nunca escondeu o gosto por músicas nostálgicas como os temas de Fly, Pokemon ou Cavaleiros do Zodíaco, existe espaço para releituras da TKJ de anisongs recentes do Japão?

Matheus: Sem dúvidas… Não temos nenhum motivo pra não tocar algo mais atual. A gente toca as músicas de Death Note nos shows, por exemplo.

Alice: Certamente! Se o anime for bom, a música for legal e o pessoal curtir, seria uma boa.

Sarisa: Qualquer música é bem-vinda! Entretanto, acontece de alguns animes serem menos conhecidos e, por isso, não passam tanta emoção quanto as músicas nostálgicas.

Rafa: Acho que tem muitas musicas boas de animes recentes, mas não vejo tantas em português… Eu particularmente prefiro tocar músicas em português, mas não teria problemas em tocar musicas mais novas em shows (mesmo sendo em japonês) se o público recebesse bem… Espaço há.

Normalmente cada estado têm suas bandas de anime e gamesongs, mas a The Kira Justice é hoje reconhecida nacionalmente, o que explica esse sucesso geral?

Matheus: Olha, ao longo desses 3 anos de banda, já vi muita gente tentando atribuir uma ou outra razão em particular para o reconhecimento da banda. Não existe isso. Não existe uma “fórmula”. Mas dedicação/empenho ajudam, principalmente nas horas difíceis.  Também acho indispensável gostar do público pra quem vai tocar (não é a mesma coisa que gostar das músicas, ou de ir a eventos), e saber ouvi-lo. Nós nos sentimos muito a vontade nos eventos.

Alice: Acho que gostar do que faz e transmitir isso nos shows, conhecer e interagir com o público e sempre tentar fazer algo diferente são coisas que o pessoal valoriza. Mas creio que não há uma explicação, nem uma fórmula.

Em entrevista em 2009 para o site “Tadaima! Curitiba” vocês comentavam a animação de tocar fora do estado do Rio Grande do Sul, de onde vieram, imaginariam chegar um dia a tocar do outro lado do país como em Manaus/AM?

Matheus: Acreditar nos sonhos e não desistir deles sempre foi uma temática recorrente nas minhas letras de música – como “Eu Escolho Você”, “Gravidade” e “Viemos pra Ficar” e várias outras. Então, sim, de alguma forma eu esperava que isso acontecesse… “algum dia”.
A parte legal é que esse “um dia” nos pegou de surpresa. Pra ser sincero, ainda não me caiu a ficha que estamos indo pro norte do país. Quase todas as experiências que nós temos tido como banda têm sido adoráveis surpresas.

Alice: A gente sempre teve vontade, imaginamos que isso poderia acontecer algum dia, mas foi bem antes do que eu imaginava. Pô, foi um salto, pensei que iríamos passar antes por estados mais perto de onde já tocamos até chegar ao outro lado do país.

Sarisa: Faz dois anos que eu entrei na banda, não faço parte do corpo constitutivo. Contudo, não imaginava que iríamos para o outro lado do país, superou minhas expectativas, é uma alegria imensurável!

Rafa: Nunca pensei que em pouco tempo estaria indo para Manaus. É incrível pensar que eu vou conhecer a cidade, estou ansioso.

Recentemente repercutiu o caso de um integrante da famosa banda adolescente Restart que afirmou em entrevista não saber se existia civilização na “Amazônia”. O que vocês esperam encontrar nessa vinda à Manaus?

Matheus: Nós sabemos que o Anime Jungle Party é um evento grande, e temos a certeza de que os eventos de anime sempre nos dão a sensação de estar num mundo fantástico a parte, não importa a parte do país. Sobre a cidade em si, só sei o que vi na Wikipédia. A TV e a escola só nos mostram floresta amazônica, borracha e zona franca. Mas parece uma cidade super bonita. Quanto à fama, acho que aos próprios amazonenses sabem dessa (irrealistica) fama, senão não teriam um evento chamado “Festa do anime na floresta” (Anime Jungle Party). Eu mesmo achei super engraçado, o nome.

Alice: Eu espero poder conhecer um pouco da cidade, pois raramente conseguimos conhecer, turisticamente falando, os lugares onde tocamos. Também estou com boas expectativas em relação ao Anime Jungle. Espero encontrar um público cheio de energia pra tocar o terror com a gente durante o show!

Sarisa: É fato que cada estado tem uma fama, reconheço isso pela fama dos gaúchos. Espero poder conhecer um pouco a cultura do local e do pessoal para desmistificar essa fama.

Rafa: A impressão que eu tenho de Manaus é de a de ver uma caixinha de surpresas, eu de fato espero uma cidade grande, com elementos variados. Posso estar errado, mas possivelmente vai ser uma grande experiência.

E as expectativas para o show no evento Anime Jungle Party?

Matheus: São muito boas! O AJP parece ser um evento bastante grande e dos bons. É o segundo show da turnê, e pra esse show, a gente mexeu no formato do show (que será usado a partir do AJP e nos shows seguintes) e aumentou o repertório, incluindo só as favoritas do público pra tornar ele ainda mais intenso. É pra ser um show pra guardar na lembrança do público e da banda por um longo tempo.

Alice: Estão muito boas, ouvi falar muito bem do evento. Como o Matheus já disse, preparamos um repertório muito legal, espero que o pessoal goste bastante!

Sarisa: Espero que a galera que vamos encontrar no Anime Jungle Party curta e agite muito no show conosco.

Rafa: Expectativas? Só as melhores. Nossa, quero dar muita risada e fazer muita gente feliz, vivenciando um bom show, ver todo mundo pulando, nossa, vai ser demais… Prometo tocar muita batera!

Vamos falar um pouco sobre o primeiro álbum da banda, “Sombras e Luz”, comentem sobre o processo de criação, escolha das músicas e seu conceito.

Matheus: Bom… Quando decidimos gravar um cd da banda, já tínhamos os “esqueletos” de algumas das músicas ali, por já termos arranjado para tocar ao vivo. A versão de “Os Cavaleiros do Zodíaco” é bem parecida com a que tocamos com a Larissa Tassi (cantora original da canção) em outubro de 2010, por exemplo. Quanto as músicas próprias, elas foram surgindo aos poucos durante a composição do álbum. Considerando o rascunho de cada música, “Gravidade” foi a primeira e “Viemos pra Ficar”, a última.

A faixa oito deste álbum, “Viemos Pra Ficar”, soa bastante emblemática sobre a atual situação da banda, poderiam comentar um pouco sobre está música e seu significado?

Matheus: O “Sombras e Luz” como um todo, apesar de ser resultado de alguns anos de experiência, é, para nós, um “primeiro passo”. Queremos contar histórias nos nossos cd, mas precisávamos começar contando a nossa. No entanto, “Viemos pra Ficar” não se refere apenas aos 4 integrantes da The Kira Justice. Se refere a todos os que trilham esse caminho conosco, ainda que indiretamente – nossos amigos, nossos fãs, todos que nos ajudam a escrever essa história.

Como unir o calendário cheio da banda com afazeres como faculdade, trabalho, família? Como vocês veem o futuro da TKJ?

Matheus: Não é nada fácil. Estou no último semestre, com um trabalho de conclusão por fazer, espero que eu consiga terminar (risos). Conciliar faculdade com a Cardios (banda paralela à TKJ), família, faculdade e todo o resto é cansativo, mas quanto ao futuro? O recado já foi dado: Nós viemos pra ficar e não vamos desistir tão cedo, nem ficar parados no mesmo lugar.

Alice: Realmente, é bem complicado. Já perdi algumas provas por causa das viagens, passei madrugada compondo linhas de baixo pra gravar no outro dia (pois era só o tempo que eu tinha), etc. Mas acho que tudo isso vale a pena, se a gente realmente quer, a gente arranja tempo e sempre dá um jeitinho. Muito bom se dar bem com os professores nessas horas. Em relação ao futuro, faço minhas as palavras do Matheus.

Sarisa: Os finais de semanas, ou mais, são ocupados pela banda; então, não é fácil conciliar. No entanto, depositamos forças e expectativas, pois é muito gratificante a carisma e o apoio que os fãs nos dão. O futuro é imprevisível, mas acredito que essa ida a Manaus é uma grande conquista e que certamente muitas outras virão.

Rafa: As vezes não se tem tempo pra mais nada, se estuda no ônibus, se dorme nele e perde a parada. Vira a noite pra fazer o que precisa: estudar, treinar em pads e responder as mensagens que chegam… Mas a gente tem que tocar nossas vidas durante a semana, porque meu final de semana eu divido com meus amigos, na nossa banda e isso pode cansar – e cansa MUITO -, mas é MUITO BOM! O futuro na Kira são meus sonhos e creio que o de meus três amigos também, mas vamos ter que suar a camisa um pouco ainda. Não tem problema, “Viemos pra ficar”, não? (Risos)

Muito se fala de como a internet está matando diversas indústrias do entretenimento, como a de anime ou a de música. Vocês optaram por divulgar seu trabalho pela internet e estão presentes em diversas mídias sociais, qual é a opinião dos integrantes sobre essa briga com a internet, o processo de criação e o retorno financeiro de um trabalho artístico?

Matheus: Na minha opinião, só não gosta de internet quem não tem competência pra se adaptar. A internet, no nosso caso, sempre foi o meio mais favorável de divulgação e o que a gente usa constantemente como canal de comunicação com o público e com os organizadores de eventos. Não consigo nem imaginar como seria a TKJ sem a internet.

Alice: Pra mim, a internet é uma aliada. É um meio de comunicação/divulgação muito eficiente pra qualquer coisa, pois as pessoas estão sempre conectadas e buscando conhecer novas coisas através dela. Se a The Kira Justice tá aonde tá, é porque a gente usou a internet. Ela está matando a indústria de quem não sabe tirar proveito disso. Se um artista não tá mais ganhando tanto dinheiro com venda de CDs, vai ganhar com shows ou produtos licenciados, por exemplo.

Sarisa: Concordo plenamente com a Alice! A internet é eficaz para uma infinidade de atividades e só tende a trazer benefícios se bem utilizada.

Rafa: Acho que a internet não está “matando” a indústria, só está criando outras. Há alguns anos o Youtube, por exemplo, não tinha proteção de direitos autorais, hoje já tem… Acho que isso faz parte de uma adaptação.

Durante esses anos de banda qual foi o momento mais engraçado pelo que passaram e o momento mais tenso?

Matheus: Quando estivemos em Vitória/ES, a gente foi obrigado a entrar num drive-thru a pé pra pegar o lanche porque estavam limpando a lancheria ou algo assim. As pessoas do carro não pareciam acreditar naquilo. Uma menina até comentou “Primeira vez de vocês na cidade e a impressão é essa? Vitória não é estranha assim, tá?”.

Momento mais tenso? Acredito que foi na viagem pra Palhoça/SC. Enfrentamos estrada mega-chuvosa-e-mal-iluminada de noite, e tomamos dois sustos no caminho, uma derrapagem na areia e uma quase-queda no valão central da estrada achando que era retorno.

Alice: Certamente que a ida a pé ao drive-thru foi uma das coisas mais engraçadas. Lembro de a atendente ter levado um baita susto com a gente chegando a pé na janelinha para fazer os pedidos. Em relação a momento tenso, além dessa quase caída no valão indo pra Palhoça, teve o engarrafamento na volta de Itajaí. Parecia que nunca íamos chegar em Porto Alegre.

Sarisa: Um dos momentos que eu mais me diverti foi quando o Rafa prometeu se vestir de Sailor Moon se a The Kira Justice entrasse na lista dos Trending Topics do Twitter. O pessoal levou tão a sério que de fato entramos para a lista e o Rafa teve que se vestir de Sailor Moon. Mas partindo para um dos momentos mais tensos, acho que foi quando voltávamos de Pelotas de carro e estávamos na reserva de combustível, detalhe que estávamos no meio do nada, só tinha bois e extensões de pasto, por um momento achei que iríamos embora de guincho, mas por sorte encontramos um posto meio abandonado, meio macabro que deu para abastecer.

Rafa: Acho que Rafa Sailor Moon foi um dos momentos mais engraçados da banda, mas um dos mais tensos pra mim. (risos)

Qual show cada integrante escolheria como o melhor da carreira da banda?

Matheus: Não sei se existe isso de “melhor show”. Um show que sem dúvidas foi marcante para nós foi em Belo Horizonte ano passado. Era um ginásio inteiro, lotado, cantando conosco com uma empolgação ímpar. Não dá pra esquecer o show em Porto Alegre que fizemos com a Larissa Tassi e o Rodrigo Rossi (cantores de aberturas de animes).

Alice: Pra mim, cada show em um local onde a gente nunca tocou antes sempre é muito marcante, pois é uma experiência nova, novo público, etc. Mas um show que ficou muito marcado foi o que fizemos em Belo Horizonte no ano passado. Foi muito louco! Acho que foi o show mais lotado e animado da The Kira Justice.

Sarisa: Todos os shows são especiais e marcam pelas suas peculiaridades. Sempre somos bem recebidos pelos fãs e pela organização do evento, se bem que tenho que concordar com o Matheus e com a Alice! O show feito em Belo Horizonte foi emocionante até o último minuto em que deixamos aquele ginásio.

Rafa: Alem dos já citados, um show que teve grande importância foi um em um evento menor em Porto Alegre. A platéia, que tinha umas trezentas pessoas, era composta na maioria por fãs, a tal ponto que nós tocarmos umas várias músicas diferentes do repertório proposto para o show, porque eles iam pedindo músicas próprias e cover que já tinhamos tocado e nós tocávamos. Foi gratificante ver esse calor de quem sempre nos apoiou e a gente respeita muito: Nossos fãs.

Por fim, deixem suas mensagens para os leitores do Gyabbo! e para os fãs em Manaus.

Matheus: Obrigado ao blog pela entrevista! Gostei bastante das perguntas. Obrigado aos nossos fãs do Brasil todo pelo carinho, por nos acompanharem esse tempo todo, por em muitas vezes nos emocionarem com homenagens, cantando nossas músicas  e por nunca nos deixarem na mão. Vocês são a parte mais importante da The Kira Justice. Aos fãs de Manaus, nos vemos no Anime Jungle Party!

Alice: Muito obrigada a todos que nos apóiam e que acompanham a banda, pois isso é o que nos motiva sempre! E ao pessoal que tá conhecendo a gente através dessa entrevista, muito obrigada por terem lido e espero que tenham gostado da banda! Apareçam no nosso show!

Sarisa: Valeu galera pelo apoio que é fundamental para a banda! Espero que o pessoal que for ao Anime Jungle Party curta o nosso show, porque tentamos sempre fazer o melhor para agradar. Obrigada ao pessoal do Gyabbo!, as perguntas foram muito legais! Até breve povo de Manaus!

Rafa: Gostei muito de como o blog nos recebeu, fico lisonjeado… Espero ver todo mundo no show, porque eu vou querer quebrar tudo em Manaus e quero ver muita gente se divertindo e pulando conosco.

E-mail para contato: thekirajustice@gmail.com

Links oficiais:
http://myspace.com/thekirajustice/MySpace oficial

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http://youtube.com/thekirajusticeYoutube

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Fotos por Mauricio Mussiwww.mauriciomussi.com – @mauriciomussi

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8 respostas para Entrevista: Banda The Kira Justice

  1. Torço muito pro sucesso dessa banda… Esperando muito pelo AJP.
    OFF: Eu tava pensando, você poderia usar uma camisa do Gyabbo no AJP ou com o nickname ‘@gyabbo’ pra poder ser reconhecido ou divulgar. Se tivesse a venda, eu compraria na certa.

  2. Natsume Yuu disse:

    Ainda magoada que toda a vez que eu abano pro Rafa na faculdade ele me ignora T_T
    Me apaixonei pela banda no primeiro show que vi deles aqui em Porto Alegre. Foi o show que faltou luz por alguns minutos e eles continuaram cantando DBZ só com a voz do público e com a bateria. Foi tããão demais *-*

  3. Evaldo disse:

    Muito boa a entrevista.
    Parabéns

  4. @CaioC disse:

    mto legal vcs classificarem o show de BH como um dos melhores, foi um show mto boooooom mesmo, estou ansioso para o retorno de vcs aki em BH em maio, com certeza estarei la…

  5. Maria Paula disse:

    Amei a entrevista! A The Kira é fanomenal e eles merecem mto esse sucesso!

  6. Urotsukidoji disse:

    Entrevista muito boa! Boas perguntas, boas respostas.
    Conheci mais a banda com isso. Como toda banda, já passou por grande momentos (e outros nem tanto), mas no fim o produto disso vale a pena.
    Desejo muito sucesso pra banda. Continuem fazendo bom trabalho e façam um grande show aqui em Manaus.
    Ah, parabéns pra você também pela condução das perguntas, Denys.
    É isso aí. Até!

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