Análise do discurso de Marcelo Del Greco e o futuro obscuro do mercado de mangas no Brasil

Há dez dias foi ao ar uma entrevista com o atual gerente de conteúdo da editora JBC – Marcelo Del Greco – pelo programa HQ & Cia. Durante pouco mais de 50 minutos o ex-editor chefe falou sobre o mercado de mangas, os 10 anos da presença da JBC nele e a posição da própria editora sobre as estratégias de vendas. Ouvindo as palavras de Del Greco cheguei a seguinte conclusão: Se depender da JBC o mercado brasileiro de manga continuará estagnado nos próximos 10 anos.

Neste post pretendo analisar o discurso apresentado na entrevista no sentido mais próprio do conceito “analisar”: decompor em partes para melhor compreensão do todo. Antes é importante salientar que não conhecendo a pessoa Marcelo Del Greco, não tenho pretensão alguma de tecer comentários pessoais, apenas entender o que a posição dele como gerente de conteúdo implica. Não irei fazer um resumo da entrevista, mas destacar os pontos que acho mais importantes, recomendo assisti-la por completo para melhor entendimento.

Observação importante: Este post se limita a criticar a editora JBC por ser uma análise de uma entrevista de seu gerente de conteúdo. Isso não significa que as outras editoras não cometam os mesmos erros.

Marcelo Del Greco 2 from Cesar Freitas on Vimeo.

(Créditos do vídeo para o blog Mundo do Coringa)

O primeiro ponto interessante é a afirmação que os quatro primeiros mangas lançados pela editora há 10 anos atrás – Card Captor Sakura, Guerreiras Mágicas de Rayearth, Video Girl Ai, Samurai X – tiverem um estouro de vendas, o que Del Greco afirma ser reflexo do baixo preço praticado na época (R$2.90) e da pouca disponibilidade de títulos nas bancas. De acordo com ele o maior problema hoje não se dá pelo maior número de editoras concorrentes, mas sim pelo número muito grande de títulos ao mesmo tempo, pulverizando as vendas. Apesar desse problema estar claro para quem acompanha o mercado, cada vez mais as editoras buscam ganhar pedaços do público com enchurradas de mangas novos. Mas se Marcelo afirma que essa política de vendas só dificulta a situação de vendas, por que a própria JBC repete isso? Ao buscar brigar diretamente com um concorrente, o mercado faz uma autofagia que não deve se sustentar a longo prazo. Essa estratégia não é somente nociva a longo prazo. a necessidade de jogar títulos novos nas bancas impede um foco e atenção maiores para dar qualidade ao público. Ou você acha que quando Del Greco fala sobre “queimar” títulos curtos ele está pensando nisso?

 Continuando, Marcelo afirma que o diferencial da editora JBC é fazer um planejamento a longo prazo de cada título. Não sei que planejamento um Saber Marionette J possui, mas não vou discutir isso. De acordo com ele, os mangas não são negociados pela série completa, mas por lotes de volumes, o que confirma a velha desculpa para atrasos quando estão negociando as renovações (para mim essas negociações deveriam ser planejadas a fim de não atrapalhar a continuidade dos mangas na sua periodicidade, aceita isso quem quer).

Mais importante ainda é a fala de que a tendência é que com o tempo os volumes de uma série vendem menos, resultando daí eventuais aumentos de preço. O exemplo dado é Negima que passou para absurdos R$7.90 no formato meio-tanko. Sim, porque a culpa de eventuais baixas vendas não estão em erros na escolha dos títulos, falta de marketing (que Marcelo afirma ser construído para todos os mangas que são licenciados, mas você já viu algum plano de marketing grande pela editora com exceção (talvez) de Fairy Tail?), qualidade gráfica questionável, atrasos. Não, a culpa é do leitor que deixa de comprar. Logo, é preciso puni-lo aumentando o preço, o que eu imagino fará com que as vendas caiam ainda mais. Esta matemática me deixa muito preocupado visto a infinitude do próprio Negima. Será que daqui há vários anos ele chegará ao preço de um tanko? Por quanto tempo devemos pagar pelo amadorismo das editoras?

Mas pior! Essa máxima resultou em uma das coisas mais absurdas em questão de preço de mangas. De acordo com Del Greco, é esse planejamento feito pela editora, já pensando na diminuição das vendas, que resultou no preço de R$6.90 para Fullmetal Alchemist. A lógica é que esse preço mais elevado possibilitou que não houvesse aumento no preço durante os anos de publicação. O que isso significa? Que nas primeiras edições, onde (em teoria) as vendas são mais altas, o leitor foi obrigado a pagar pelo preço errado para justificar as perdas posteriores que são responsabilidade da própria editora. Continua-se falando que outro fator do aumento do preço é a obrigatoriedade de pagar royalties mensais. Mas, e aqui posso estar errando por estar limitado ao discurdo do gerente, se esses royalties são pagos de acordo com os relatórios de vendas, possivelmente em uma porcentagem fixa, aumento ou diminuição nas vendas dão na mesma porcentagem.

Mais para frente Marcelo começa a falar da impossibilidade de fazer mangas graficamente mais elaborados pela questão do preço: “Se a gente fosse lançar edições especiais, igual as do Japão ia ficar um preço por edição entre R$60 e R$80.”, “[Apresentadora] É o preço média de um grande quadrinho capa dura”. Fica difícil eu discutir esse preço já que eu não tenho contato com gráficas, mas será mesmo tudo isso? Hoje você vê nas livrarias histórias em quadrinhos com uma tiragem possivelmente menor que um Cavaleiros do Zodíaco teria, com mais de 200 páginas, todas coloridas, em alguns casos com capa dura, tudo isso custando menos de R$60 (claro que muitas custam bem mais, com certeza). Mas não estou nem cobrando isso, só fico pensando se é o nosso mercado que não aceitaria um produto com acabamento mais fino ou são as editoras que não querem isso. Um Cavaleiros do Zodíaco no padrão Editora NewPop já não seria um grande avanço ao invés de simplesmente relançar mangas antigos em formato tankohon como está sendo feito com Evangelion e seu papel de qualidade extremamente duvidosa? Quanto a isso Marcelo Del Greco fala que a editora JBC possui sua linha Graphic Novel, que sim, é um avanço para o que temos normalmente. Mas comparar essa linha ao mercado de livraria é um tanto quanto irreal. Mangas para livraria é isso AQUI (Agradecimentos à Roberta do Elfen Lied Brasil pelas imagens do seu Hourou Musuko Hardcover) ou isso AQUI (Agradecimentos à Panina Manina do Subete Animes).

Se em Julho desse ano fomos surpreendidos pela notícia que teríamos uma republicação de Sakura Card Captores em formato luxo, algo dito por uma pessoa da própria JBC, Marcelo Del Greco faz questão de desmentir isso. Na verdade o que irá acontecer será basicamente o mesmo que foi feito com Evangelion. Com o muito enganoso nome de “Edição especial”, os diferenciais da primeira edição será apenas o formato em tanko, com páginas coloridas e extras, o que certamente é algo positivo, mas fica muito longe do avanço que esperava para esse lançamento. Não só isso, relançar um manga que inicialmente veio meio-tanko em formato tanko não o torna especial, esse deveria ser o padrão do mercado! É apresentada a justificativa de que, por questões de produção, é muito mais caro incluir poucas páginas coloridas em uma edição. Novamente, aqui eu não posso comentar muito por não ter esse tipo de contato, mas me pergunto o quanto isso realmente encarece e por que um Air Gear #1 pode vir com páginas coloridas e custar apenas 1 real a mais.

No fim só o que eu posso concluir é que não existe por parte da JBC – afinal estamos falando do seu gerente de conteúdo – uma vontade de avançar além dos poucos passos que foram dados nesses pouco mais de 10 anos de mangas no Brasil no formato que conhecemos hoje. Aparentemente a vontade é continuar vendendo para o mesmo nicho que já não é exatamente muito grande, esperando para um sucesso televisivo ajudar a alanvancar as vendas. Evoluir seus produtos e diversificar o que é apresentado como lançamentos para bancas e livrarias não parece estar no horizonte da empresa. O que é muito triste para quem torce que essa evolução aconteça.

A entrevista possui outras partes interessantes, como o frase de Marcelo onde afirma que o roteiro de Tenjo Tenge é pior do que aquilo que você pode imaginar em momentos mais íntimos ou que o público de bancas é fundamentalmente infantil, o que explica a falta de apoio aos mangas seinen e josei, ou mesmo que a JBC não entrou nas negociações por One Piece e Dragon Ball (o que me faz pensar que esses dois já estão na Panini), mas fico por aqui na minha análise.

Recomendo que assistam à entrevista, mas só pelo que foi exposto no artigo, o que vocês esperam do mercado de mangas para os próximos dez anos? Não se deixem calar, esse tipo de debate precisa ser feito!

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49 respostas para Análise do discurso de Marcelo Del Greco e o futuro obscuro do mercado de mangas no Brasil

  1. Saudações

    Só posso aqui salientar o quanto que esta visão de mercado tem que mudar, e com alguma pressa.

    Temos um mercado de publicação de mangás em franca expansão aqui no Brasil. Desde 2001, vários e vários títulos são aqui publicados. Mas, às vezes, imagino que após 10 anos o mercado já poderia estar, de fatio, consolidado.

    É bem verdade que quem compra mangás é o público pertencente à um nicho específico do mercado editorial nacional (me corrijam, por favor, caso eu esteja errado). Mas não acho que isso signifique, de alguma forma, que o mesmo não mereça ser tratado com o mínimo de respeito inerente à clássica filosofia de negócio: relacionamento entre editora e leitor.

    Achei a entrevista um pouco confusa, deixando pontas soltas no que diz respeito aos próximos dez anos de publicação de mangás no Brasil. Contudo, posso dizer que, se for levada apenas em consideração as palavras ditas na entrevista em vídeo, então não haverão mudanças significativas.

    Até mais!

  2. David disse:

    Saudações.
    Gostei muito da análise feita sobre a JBC.
    Me entristece saber quanto é mal tratado esse material tão prazeroso de ler que é o mangá.
    É o que eu falo com meus amigos: a JBC é umas das maiores editoras de mangá não por ser muito boa mas porque o mercado é nivelado por baixo.
    A Panini vem fazendo um trabalho bem melhor mas também está um pouco longe do ideal.
    Existe muito mangá bom que com certeza faria sucesso no Brasil e espero que a JBC realmente assuma seu papel no mercado e trabalhe de forma mais profissional com o conteúdo e tenha mais respeito conosco, os fãs e colecionadores, porque eles nos oferecerem um material com um bom acabamento, sem ficar atrás do original japonês, e com um preço justo com certeza será bem-vindo.
    abraços e parabéns para o site.

  3. leohamasaki disse:

    Na minha opinião, a JBC não evolui porque não inova em seus lançamentos. São sempre séries que têm algum nome, normalmente shonens, com garantia de que vão vender bem.
    Sobre o planejamento que ele disse, talvez seja isso… Pensar em títulos que já sejam conhecidos pelo público e tenham uma base de fãs que comprará o mangá, ou em títulos que não são lá muito conhecidos mas podem atrair o mesmo tipo de público. Só não dá pra entender o motivo dele reclamar da quantidade de títulos, sendo que a JBC também tem vários nas bancas.
    Ainda por cima tem a questão dos relançamentos… Quer dizer que não teremos Sakura em uma versão de luxo? Só transformar o meio-tanko em tanko não é lá muita coisa, mas é uma boa pra quem não tem a coleção anterior. O problema do mercado é ver que não há nem a tentativa de trazer novos formatos… A Conrad tentou com Nausicaa e não conseguiu, a NewPOP trouxe as light novels e agora tá sumida… Tá triste a situação!

  4. Primeiramente, parabéns pela eficiencia em analizar a entrevista (embora, a falta de virgulas, ascentos e erros irrelevantes de escritam confundam um pouca a leitura).
    Bom, minha opinião quanto a JBC é a msm a anos, -e deixo isso bem claro no face do MDG- é uma editora que parou no tempo, que se acha superior e que não tem que mudar. O marcelo é muito incoerente quanto sua postura em diversos pontos.
    Primeiro, devemos entender que o padrao das publicaçoes japonesas não é algo tão inalcansavel, nem todo tanko possui paginas coloridas como quando os capitulos sao lançados na antologia. Um tankôbon japones (quem tem um exemplar pode entender) possui uma capa mais grossa que a do tipo cartão q usamos (o papel cartão não é tão ruim), essa capa/contracapa tem imagens simples e a capa q vemos nas versoes brazucas são as sobrecapas dos originais que são extremamente flexiveis e se não tomar cuidado, fica desbeiçada… O papel usado no interior do tanko é o (em geral) kent de 135 g (q aqui pode ser substituido pelo ofset como o da conrad e newpop, mas o pisabrite da panini funciona bem tbm). Emfim, da pra aproximar a qualidade das publicaçoes nacionais sem problema (como a np faz ou mais modesto como a panini). Aqui não usamos sobre capa e a saída pra isso é o interior das capas decorado que é melhor estéticamente (conceito praticado a anos pela panini). Quanto as páginas coloridas, se for uma ou duas folhas, é só fazer como na panini e por pisabrite colorido. Quanto a preço, a jbc nao tem o DIREITO de cobrar 10,90 com aquela “qualidade” (c/ muitas aspas).
    Concluindo, realmente, como foi dito no post, se depender da jbc o mercado d mangás no país, ficara estagnado por mais 10 anos… E é bom ela se cuidar pq vem mais uma editora aí pra entrar na briga. A L&PM Editores com o selo d mangás l&pm pocket. Tomara que não seja uma savana da vida…

  5. Vi aí dizerem q a editora só investe em “nomes” (modinhas de certa forma). Isso é fato! Se dependesse dela nao teriamos alguns muitos shoujos, seinen, yaoi e josei que não sao tão difundidos publicados aqui (pela panini e newpop). Acho que a jbc já teve a su vez ou tem que mudar sua visao o quanto antes!

  6. Kuroi disse:

    Concordo com a maioria das coisas que você disse, mas discordo sobre as bancas estarem lotadas. Principal problema do mercado brasileiro é: São sempre as mesmas pessoas que compram os mesmos tipos de mangá, está na hora de mudar isso. No momento atual da economia do Brasil mais e mais pessoas saíram da pobreza e podem gastar com entretenimento supérfluo (jamais será item de primeira necessidade) como mangá. O Lancaster do Maximum Cosmo diz e eu repito: ‘Os americanos já diziam, para fazer dinheiro tem que se gastar dinheiro.’ Se os smartões estão satisfeitos com o nicho o problema é deles quando os leitores atuais largarem os mangás e procurarem outros tipos de entretenimento. O que deve ser feito é apresentar ao público o mangá que ele quer ler, tem público pra praticamente tudo no Brasil, mas 95% das pessoas desconhecem que existe mangá e o que eles podem ser, enquanto o Brasil não conhecer os mangás as pessoas não vão começar a comprar aquilo que lhes interessa.

    É muito fácil a JBC atacar a Panini e dizer que ela atulha as bancas, a JBC faz a mesma coisa com os Battle Shounen, pois só se vê isso com o selo da JBC. A Panini pode colocar 3 vezes o número de mangás da JBC, mas lá nós vemos shoujo, seinen e até josei. Não lembro se foi nos comentários do meu blog ou no Twitter, mas uma garota já veio me falar que não sabia o que era mangá até conhecer Sugar Sugar Rune, que ela achava que era tudo como Dragon Ball ou Naruto, pura porradaria, ela não sabia que havia coisas fofinhas e românticas também, assim como tem gente que não sabe que há mangás como Homunculus, MPD – Psycho, Monster ou Honey & Clover.

    Pode ter certeza que o menor custo deles é com impressão, colocar os mangás nas bancas deve custar pelo menos o dobro (talvez o triplo) do preço do mangá encadernado. Como você mesmo argumentou, a Newpop coloca papel offset nos bancas por R%15,00, a Panini com mais R$1,00 coloca páginas coloridas nos mangás, enquanto isso a relação custo-benefício dos mangás da JBC ficam piores a cada dia, a cada dia a impressão está mais grosseira e o papel de pior qualidade, agora até a capa está com um papel ruim.

    Um dos grandes problemas dos otakinhos é achar que têm que comprar tudo que sai em banca, não, eles não têm que comprar tudo. Qual o problema de escolher 4 títulos e ser feliz? Eu compro quase 30, mas isso é problema meu, não vou reclamar que as editoras estão trazendo coisas demais.

    Ver que a tiragem de Sailor Moon nos EUA era de 50.000 me fez perceber que nosso mercado não é tão menor assim, não mesmo, nos EUA eles têm umas 5 vezes a quantidade de títulos que nós temos aqui, então ainda dá pra colocar pelo menos o dobro de mangás nas bancas.

    O problema é que o nosso mercado estagnou, a JBC está satisfeita com a atual situação de colocar 8 shounens porradeiros de tiragem de 50~20.000 por mês nas bancas e uma ou outra coisinha diferente aleatoriamente. Falta correr atrás do leitor, colocar matérias em revistas para crianças, comerciais na televisão, matéria na Atrevida e Toda Teen para popularizar um NANA da vida. Ele reclamou que a tendência é vender cada vez menos com o passar do tempo, né? Como é possível vender mais se não há animes na tv? Tá na hora de pressionar as redes de TV para passarem anime, pressionar o Ministério Público para rever a censura ridícula que obriga a fazer cortes estúpidos nos desenhos. A solução não é fazer parceria com Crunchroll pra tentar abocanhar o bolso de 10.000 otakinhos que baixam anime regularmente na net, está na hora de partir pros 190 milhões de brasileiros. Cada brasileiro (que não for analfabeto, é lógico) é um consumidor em potencial. One Piece vende 3 milhões no Japão, não é? Então lembre-se que a Shueisha pra vender isso gasta muito dinheiro com publicidade, convencendo às pessoas que elas realmente precisam comprar aquilo.

  7. Não cheguei a ver todo o vídeo (acho que é o meu computador, o áudio tá um tanto baixo), mas tenho que concordar que a JBC não deve melhorar mesmo a médio prazo. Tive essa certeza quando vi Evangelion na banca esta semana. Mesmo tendo a coleção da Conrad estava decidido a comprar de novo, mas quando vi… decepção total! Talvez só compre em promoção mesmo. Ainda pretendo (re)comprar Sakura, mas sem o otimismo de antes.

    A JBC só não melhora sua qualidade porque NÃO QUER MESMO. Agora tive certeza disso.

    E concordo com o Kuroi sobre divulgação dos mangás. A propaganda é a alma do negócio, pô! Depender só do mercado já formado é pensar pequeno! E as editoras simplesmente não veem isso! E olha que a JBC é a melhor(zinha) nisso.

  8. Panino Manino disse:

    Gyabbo mostrando porque é o blogueiro, como diz minha avó “mais melhor do mundo”, além do mais “legal”.

    Da minha parte não tenho muito a dizer sobre o conteúdo da entrevista, somente me decepcionar.
    E fica um alerta que qualquer um que anda pela internet está presenciando: o público de mangá nacional diminui a cada dia e migra para o mercado externo. Hoje mesmo vieram me perguntar no twitter como comprar um mangá que a pessoa queria lá fora.
    Quem já lê mangá, ou tem possibilidade de se interessar também, não vai simplesmente parar de ler porque o mercado nacional não consegue suprir suas necessidades, ele vai simplesmente procurar alternativas e junto vai levando mais e mais gente para outras fontes.
    No momento a maior rival das editoras locais não são as outras “grandes” editoras batalhando por sobras de títulos para licenciar, ou de “novatas” como a LP&M, a maior rival delas, a verdadeira ameaça, se chama Book Depository e outras. Eu mesmo este ano comprei pouquíssimos mangás nacionais, a maioria foi até da Conrad (Nausicaa, Yuki, Gen..), por outro lado, comprei um caminhão de mangá lá fora. É mais caro, mas a qualidade um pouco maior e principalmente variedade de títulos compensa.
    Os leitores novatos não se interessam tanto assim por esses shounes que teimam em publicar e republicar por aqui, e os antigos estão fartos deles e querem algo a mais.

  9. Sarah disse:

    Honestamente, acho que discutir nosso mercado de mangás é inútil. Todos já sabemos que com as atuais editoras não há futuro.
    Só com uma nova editora que tenha o mínimo de vontade de transformar o estado atual em algo decente. E, talvez, quando as outras editoras virem que a competição ficou séria – com uma editora com uma boa campanha de divulgação e títulos voltados prum público maior – também invistam pra valer.

  10. Várias pessoas enganadas nessa edição de luxo de Sakura Card Captors. Eu não tenho nada contra relançar os mangás em formato tankobon, mas não colocasse aquela borda horrível.

    Engraçado que o Marcelo comenta que uma edição de luxo ia custar em torno de 60 reais, mas como a Conrad e NewPop conseguem lançar material nesse formato por menos de 30 reais? Saiu Gen, Pés Descalços esses meses em formato de luxo(na minha opinião) por 24,90, será que é pedir demais por isso com Sakura,Yu Yu Hakusho e Samurai X em comemoração de 10 anos?

  11. Suna disse:

    Olha que eu sou muito grata à JBC por ter me apresentado os mangás justamente com SCC e Guerreiras Mágicas de Rayearth. Na época foi uma novidade ótima e isso eu jamais vou negar. Agora, triste é ver que nesses 10 anos a distância entre a qualidade do produto (nem falo dos títulos escolhidos, mas do tratamento dado à eles) e o preço final só vai aumentando e aumentando… Enfim, pelo post parece que não dá pra ficar otimista em relação ao futuro.
    O bom é que existe concorrência. ;) E que venham outras editoras pra apostar no gênero mangá. Variedade é sempre bem vinda. Só se conforma com qualquer coisa quem quer.

  12. Roberta disse:

    O problema mesmo, é a falta de concorrência. Pois, com Jbc, Panini e (mal, mal se equilibrando com o que tem) NewPOP, a tendência é ficar num circulo vicioso. É aquela coisa, ou é isto, ou aquilo, não é oferecido ao consumidor muitas alternativas, então basicamente ou ele compra o que é oferecido ou fica sem (nem todo mundo tem cartão internacional, pais que liberam cartões de crédito ou condições de ir na gringa, apesar de que, como citou o Panina, é uma tendência que no futuro caso não haja uma mudança, vire alco muito mais comum). Talvez com a entrada de novas editoradas, esse quadre mude, mas não tenho muita esperança a curto prazo. MDG é um simbolo máximo de um situação que beira ao ridículo. Infelizmente, teremos que atura-lo por um bom tempo, matando aquilo que ele mesmo ajudou a criar (o mercado de mangá no Brasil).

  13. carlos disse:

    Bom vcs se enganan bem se axa q realemtne as versoes q sairam no brasil sao as de luxo de verdade.
    Pra ter uma ideia uma versão Luxo de verdade que axei :

    http://www.suruga-ya.jp/database/WT10837.html

    Saint Seiya volume 11 aizōban( pra quem n sabe é a versão luxo) preço 971 ienes
    ano de publicação 1996/09/25
    se vc converter atualmente 971 = 19.42 reais.
    So que isso preço de 15 ANOS ATRAS !
    oj em dia quando custa uma versão luxo no japao ?
    pelo q me falaram ta por volta de 1600ienes oque em reais daria 32 reais o volume
    Isso quem contar o lucro da editora + direitos autoras e etc entoa o marcelo de greco falo uma verdade se ele for trazer pra ca seria por volta de ums 50 60 reais o volume mesmo.

    axei esse site tb com s capas dos Aizõbans de saint seiya:

    http://saintseiyacollection.blogspot.com/2007/07/em-novembro-de-1995-sheisha-lanou-uma.html

    vou ver se axo um aizõban + atual e o preço certo dele. se axar posto, mais oque vc disse roverto esta totalmente errado no brasil quem tem e nunca teve uma versão luxo de verdade no maximo uma coisinha aki e ali umas paginas coloridas e falavam q era a versão “luxo” brasileira + que Nunca se compara com a Luxo japonesa de verdade.

  14. carlos disse:

    Axei um manga + atual e confirma oque disse:

    http://www.suruga-ya.jp/database/WT16136.html

    gantz aizõban : ano de lançamento :2010/11/19 e preço 1,700円 que vale 34 reais.

    ou seja realmente é inviavel D+ uma versão luxo no brasil xegara aki por volta de 60 reais mesmo se não mais.

  15. Kuroi disse:

    O Carlos não foi capaz de entender, a gente não está pedindo pra ser igual à edição japonesa, estamos pedindo pra melhorar a qualidade do que já é feito. Colocar um papel razoável, umas poucas páginas coloridas e orelhas não faria o preço aumentar 6 vezes, uns R$18~25,00 já cobriria o custo (exemplo: Vagabond). E capas removíveis eu dispenso, aquele troço é uma merda.

  16. carlos disse:

    Não koroi foi você que não foi capaz de entender, O Roberto disse:

    “Engraçado que o Marcelo comenta que uma edição de luxo ia custar em torno de 60 reais, mas como a Conrad e NewPop conseguem lançar material nesse formato por menos de 30 reais? Saiu Gen, Pés Descalços esses meses em formato de luxo(na minha opinião) por 24,90, será que é pedir demais por isso com Sakura,Yu Yu Hakusho e Samurai X em comemoração de 10 anos?”

    Oque eu mostrei não ser verdade.

    Ja voce diz:

    “Colocar um papel razoável, umas poucas páginas coloridas e orelhas não faria o preço aumentar 6 vezes, uns R$18~25,00 já cobriria o custo (exemplo: Vagabond). E capas removíveis eu dispenso, aquele troço é uma merda.”

    Oque vc quer foi oque eu disse acima q existe por aqui:

    No Brasil nunca teve uma versão luxo de verdade no maximo uma coisinha aki e ali umas paginas coloridas e falavam q era a versão “luxo” brasileira + que Nunca se compara com a Luxo japonesa de verdade.

    Essa é a verdade e ponto final.

    por 18~25 reais vc leva uam versão recalchutada com umas paginas coloridas aqui e as editoras vao colocar na capa “edição de luxo” e você se kizer se engane pençando que tem uma oq n é verdade, do mesmo jeito q quem compra : Sakura Card Captors “Edição especial” esta se enganando e levando uma versão normal.

    no fim as editoras engana os compradores do mesmo jeito seja nessa “Edição especial” ou na “Edição de Luxo”.

    • Denys "Fantasma" Almeida disse:

      @Carlos
      Penso que o mercado deveria evoluir. Não quero um manga que se diz de luxo ou especial, quero um manga de qualidade. Com o Kuroi disso, não estou nem pedindo (ainda) uma edição como as japonesas mais caras, mas sim, uma edição de livraria como Gen Pés Descalços para Sakura já seria uma evolução muito grande ao invés de um Eva Tanko. Não precisa revolucionar, mas evoluir.

      Gyabbo!

  17. carlos disse:

    Denys, em nen um momento eu discordei disso, apenas mostrei a realidade como no seu poste mesmo vc diz que duvida q o preço possa chegar a 60 reais.

    “Se a gente fosse lançar edições especiais, igual as do Japão ia ficar um preço por edição entre R$60 e R$80.”, “[Apresentadora] É o preço média de um grande quadrinho capa dura”. Fica difícil eu discutir esse preço já que eu não tenho contato com gráficas, mas será mesmo tudo isso? ”

    Oque eu mostrei ser realmente o vamor normal de mercado.

    Agora que poderia vir novas edições melhores con certeza seria muito bem vindas + o maximo que pode ser feito oj em dia no Brasil é o meia boca, um manga normal com algums poucos(quaze nada) melhorado por um preço mais caro, essa é a nossa realidade.

    Agora uma alternativa que axo intereçante para nos no brasil seria a EMCOMENDA !
    no Japão isso é MUITO comun principalmente quando se vai vender manga + OVA ( essa é uma edição especial de mangas que vem um volume + 1 ova feito so pra ele) , Nisso oque os japas fazem ? EMCOMENDAS ! quem quer ter uma dessas ediçoes com o ova reserva e dai quando sair as tiragens ja vai baseado nisso, teve 5000 emcomendas entoa produz 5500 e talz ou somente os 5000 que são certeza de venda.

    Isso pra min seria otimo poder emcobendar uam versão de luxo de FMA, DN e variso outros animes que eu goste. Mesmo que tenha q pagar os 60 reais por volume valeria a pena, pois eu teria um material de qualidade de verdade.

  18. Em termos de qualidade a Panini ganha. Comprei mangas da JBC e nunca percebi uma boa qualidade sempre com uma tradução fraca e incompetente o meu limite foi quando comprei Death Note e no primeiro volume quando abro o manga cai uma folha do manga.

    Pedi ressarcimento e consegui e depois disso não compro mais mangas da JBC se for de um titulo que eu gosto eu simplesmente baixo o manga pela internet. É tolerancia zero mesmo.

    Simplesmente parei com as compras de mangas por diversos problemas quando vou comprar um quadrinho prefiro os HQs eles continuam vindo com uma qualidade decente ao Brasil no caso se for manga so compro de for da Panini e se for meio-tanko ta fora da lista automaticamente.

    Acho engraçado esse Marcelo Del Greco eu ja acompanhei eventos de tecnologia como foi no caso de um brasileiro que trabalha na Google e estava falando sobre o Google+ ele falava de maneira bem defensiva e falava sobre o futuro da rede social de maneira otimista porem sempre ficava criticando as outras redes sociais com argumentos fracos, ou seja criticando mesmo porem sem ter um argumento forte para criticar.

    Qual a diferença desse cara do Google para Marcelo Del Greco ? Simples ele não tem nada melhor a oferecer e nada de novo para proporcionar então criticando a Panini ele meio que tira a cola dele dando assim meio que uma desculpa para continuar com esse serviço de péssima qualidade que a anos presenciamos.

    Mas depois disso sera que a JBC vai melhorar ? Sinto muito não vou dizer o final da historia afinal seria um spoiler.

  19. Opa, acho só eu achei a contradição no que Marcelo falou?

    Se existe uma “renovação” de melhores títulos de tempos em tempos, então por que lançar um Saint Seiya ao invés de um One Piece? Não é óbvio que o último só não deu certo por tratarem como desenho de criancinha? Será que ninguém percebe o potencial dos piratas: o título de maior quantidade de vendas no Japão (54.856.000 cópias contra 11.035.000 cópias de Naruto, o 2º mais vendido) realmente merece ser deixado de lado, sendo menosprezado tanto assim?

    Tem que haver uma mudança dessa mentalidade: nem todo desenho é para criança. Até perceberem isso, duvido que um Nana, um Kimi ni Todoke ou um Vagabound deem certo.

  20. Isso explica o atraso de mais de 8 meses no Hikaru no Go. Fico com medo de Bakuman cair nessa.

    Quanto ao Tenjou Tenge… Ele não analisa as obras que que ele trás? Tenten é exatamente um grande fanservice, e isso não é necessariamente ruim.

  21. jaotonho disse:

    Tenho um relato a fazer, estou em Lisboa a um mês e a pouco tempo encontrei nas bancas os mangás de CDZ lançados lá na Bélgica, a qualidade fica anos luz das edições brasileiras, as capas respeitam as japonesas, na verdade são uma luva. Tem um apêndice q explique fatos dos mangás, mitologias e adendos.
    O material do miolo é bem diferente, papel melhor do que o que a JBC lança, bem arrumadinho e outras coisas.
    Única diferença é o preço, uma edição dessas custa a bagatela de 6,90 euros, coisa de uns 16 reais ou um pouco mais, dai eu me pergunto será que por esse preço ai no Brasil esses mesmo mangás teriam saída? Não sei mesmo.

    Mas espero que a JBC tome um dedinho de vergonha, pare de explorar as pessoas e aumente a qualidade do trabalho deles (Acho Lost Canvas a coisa mais porca do mundo).

  22. Pingback: Anikenkai - Anime Kenkyuukai

  23. Se a JBC prefere investir em nostalgia ao invés de avançar, azar o dela. O que o Panino Manino disse é a mais pura verdade, as pessoas percebem que certas editoras nacionais não tem futuro e quem PODE migra para fora. O problema está em quem não pode…
    E quanto a Fairy Tail, Del Greco diz ser um sucesso, mas com aquela tradução não da!

  24. Enxergar um futuro no mercado nacional de mangás é algo que eu desisti faz tempo.

    É visível a um bom tempo que o mercado estava em um ciclo vicioso que não ia pra frente, porém, era(e continua sendo) mantido pelo bondoso público que “incentiva” o mercado comprando qualquer coisa que é lançado, independente da (falta de) qualidade apresentada.

    Acredito que o mercado que pra muitos esta em ascensão(não acredito) é barrado pela própria incompetência dos seus realizadores.

  25. Mauricio disse:

    Só tenho a dizer o seguinte: deus salve as editoras estrangeiras que publicam em inglês, e de quebra, a Amazon e similares da vida.
    Manja seinen e josei no Brasil? Piada de mau gosto.
    Edições de luxo? Encadernados de qualidade? Nesta terra é o equivalente aos contos de fadas.
    O padrão Brasil é isso aí: produtinhos de segunda categoria e público tratado como idiota.

  26. Yarj Santos disse:

    Já faz algum tempo que não compro mangas, muito menos se for da JBC – a editora sempre optou por um acabamento vagabundo quase descartável e preços ridículos, quase hilários –
    Eu realmente amava Mahou sensei negima e teria comprado até o fim – assim como comprei love hina, guerreiras Mágicas de Rayearth, X, samurai x e outras coisas que hoje já não me agradam.
    E se tenho um conselho a dar – NÃO COMPREM.

    – Comprem quadrinhos com qualidade, comprem de sebos, usem esse dinheiro pra aprender inglês ou japonês e comprem os originais;
    – Deixem os mangas de lado e leiam coisas como retalhos, jimme corrigam, persepolis etc…
    – Deixei de lados esses quadrinhos de massa, com historias enlatadas;
    – Não sejam pescados pelos preços baixos das primeiras edições feitas com papel jornal amarelado;
    – Reclamem direto com a editora quando vc abrir o seu tankohon de X- clamp, e ele se espatifar em centenas de paginas ao ser aberto pela primeira vez;
    E se a desculpa pra não deixar de comprar mangas vagabundos, é que você quer ver o fim da historia que vc tanto ama – lhes falo de novo – os fansubs estão aí, aos milhares, com os santos tratutores que fazem nossa alegria – para o bem ou parar o mal do mercado.

    Queimem a JBC, que me fez gastar o dinheiro de meu lanche da escola com esse papel higienico.

  27. Aldrey disse:

    Eu não assisti a entrevista mas li o post e os comentarios e realmente a qualidade dos mangás é pessima mas não acho problema existir variedade nas bancas muito pelo contrario porque como eu vi em um comentario isso abre espaço para que outros generos sejam conhecidos e desenvolvidos mesmo que estes sejam ja populares entre o publico que le online, quanto as series mais desconhecidas n acho tão viavel na verdade acho que enquanto não aumentarem a qualidade tanto do tankobon quanto das traduções, investir nessas series iria retrair o mercado porque se atualmente series populares não fazem tanto sucesso independente do genero e claro devido ao pessimo trabalho de marketing das editoras, investir em series desconhecidas não ia ajudar muito. Na minha opinião enquanto o consumidor não se manifestar tanto com relação a qualidade pressionando as editoras quanto com relação ao proprio gosto obviamente as editoras não farão um trabalho melhor porque infelizmente elas são acomodadas e não buscam o melhor pro consumidor. Acho que quem gosta de mangá independente do preço tem vontade de ter o tankobon mesmo lendo a serie online, e pagaria o preço q for se a qualidade fosse boa, tanto que muita gente importa, só que ao mesmo tempo um preço alto não atrai um publico novo aqui no brasil, obviamente, e nem todos podem comprar do exterior mesmo porque nem todo mundo fala japones e ingles fluente. E mesmo quem le online ja está tendo problemas porque os scanlators estão parando de traduzir e editar series licensiadas. Depois de tudo isso acho que parar de comprar não ajuda na verdade só piora porque faria o preço aumentar, a qualidade e o numero de titulos -que ja é pouco – diminuir alem de contrair o mercado que não estaria interessado nesse tipo de produto, dessa forma acho que as editoras deveriam ter uma proximidade maior com o publico isso com certeza ajudaria muito. E uma coisa que me intriga é essa diferença de tratamento entre os HQs e os mangás porque sinceramente eu acho que mercado de HQ não é tão maior que o de mangá e mesmo assim comparando a qualidade entre os dois eu fico ate com pena de nós otakus, e agora isso me fez pensar que a questão do marketing poderia não implicar em uma melhora da qualidade ja que eles tambem não investem em marketing para os HQs.

  28. Flame disse:

    Materia prima:

    Cara nós estamos falando de mercado, Brasil tem muita matéria prima, le fala q o tip ode folha e cara, tem de ter exportação e talz:
    http://www.bracelpa.org.br/bra/releases_bracelpa/Florestas_Plantadas_sao_referencia_mundial_02%2009%20_2_.pdf

    E se for pagar pra legendar, tem os carinhas q fazem um otimo trabalho traduzindo mangás na net, e que sabem mais coisas do que os caras que eles pagam pra traduzir.
    TV:

    Não pagaria exportação de papel, daria emprego pra muita gente, e tornaria a qualidade maior. Tambem temos o ponto q os japas querem q eles comprem de lá ¬¬, mais eles tbm podem gostar do nosso papel! Nunca comprei um mangá da Panini mais já li mangá de bleach e naruto e a capa e bem melhor q a da JBC. Eu tenho 9 mangás (só!?) e –” eu só tenho grana pra comprar um mensal (sou pobre =( ) eu vejo a banca e o único q me da vontade de ler e Bakuman, tenho 5 mangás de Fairy Tail. Anime de porrada (shonen) 1º e enrolão dos 5 vol de Fairy Tail que tenho 4 são continuações isso faz o cara comprar pra saber o q vai acontecer. 2º e que shonen e o estilo mais popular e voltado para o publico adolescente masculino (maior parte do publico).

    Globo e SBT estão lutando pelo Fairy Tail, TV fechada já e da Cartoon e ninguem taca o dedin… Cara pq não existe um canal mais barato (Sony Spin e uma bosta só passa serie porra! olha a hora q vai passar anime de 2 da manhã até as 6 e meia!) Bleach uma das series mais conhecidas não vieram pra TV aberta (canais são burros ou oq?), cara um mangá q impossivel permiti não ter aki e Katekyo Hitman Reborn, uma das series mais famosas do momento. Rede TV esta com Yu-Gi-Oh, Pokémon e Super Onze (tradução do nome muito escrota), a Rede TV poderia investir em animes, tira canais de fofoca e invista no publico que tem de aturar toda 7 as 11 da noite novelinha da Globo, da Record. Fofoquinha de artista já basta as revista que fazem um ótimo trabalho) Eu brinco com meus amigos que ser uma tv aberta for inteligente faz 4 horas de animes (4 horas mais ou menos 8 animes, abria com 2 infantis, pokemon e digimon, vai com 3 de porrada, 2 school days, tipo bakuman, 2 femininos e um de misterio, DEATH NOTE!) diarios e mata tudo que e canal de tv a noite, pq não tem o q passar a noite, cara se fosse semanal aos domingos já teria um peso gigante. (Quando to na TV a noite vou ver Animal Planet, Discovery, ou vou ver um filme. E outra se passassem Death Note na tv iria da uma audiencia… Mais ia ter gente falando que e do diabo ¬¬

    Propaganda:

    Concorrêcia gera concorrência (quem já viu essa propaganda o/), propaganda simples de 30 sec. já seria legal, mostrando os seus mangás ou algo divertido. Cara cerveja e o que tem mais propaganda, e tem uma bem criativas, refrigerante tbm tem muita propaganda legal e com tempo minimo. Não e tão dificio fazer algo bem feito e que demonstre que vc quer atingir aquele publico.

    Diversidade:
    Mangá tem muitos estilos e talz, mais oq da susseso? SHonen! Não podemos falar tipo, eles só vendem shonen porra!, Shonen da certo.. Bleach, Naruto, Fairy Tail… Claro temos de ter mangás femininos (dependendo da historia eu gosto muito desse estilo), e Mangás para adultos. Mangás tipo Claymore são classicos, a panini ta fazendo um bom trabalho em diversificar seus estilos.

    Preço:

    Panini cobra um real a menos q a JBC, e a Panini tem folhas, cola, pintura melhores. Como eu já disse tenho mangás de Bakuman, e os mangás tem uma cobertura de Plastico, um plastico q sai por todo os lados. Mangás da Panini são difíceis de acontecer isso, 1 dia com meu mangá de bakuman o plastico saiu por todas as bordas –“. Como já falei lá em cima papel pode ser feito aki, o preço poderia ficar menor.

    Essa e minha humilde opinião

  29. Pingback: JCast #157 | JCast

  30. Sandra Monte disse:

    Olha…
    Eu não sei exatamente o que esperar do mercado de mangás no Brasil. Mas, preocupa-me o que pode acontecer com o Crunchyroll brasileiro…
    E pelo seus comentários … Cada vez mais eu me convenço que a preocupação do Del Greco é somente com Cavaleiros do Zodíaco.
    A JBC deixou escapar One Piece por qual motivo? E olha que a concorrente não é estas coisas… Triste.

    Sandra Monte
    http://www.papodebudega.com

  31. Pingback: JBC lança Cavaleiros do Zodíaco versão Tankohon em Janeiro |

  32. iguala3 disse:

    É verdade que as editoras não tem dinheiro para lançar títulos luxuosos. Devemos entender que há impostos e tal. Eu, por mim, não vejo nenhuma necessidade em possuir um mangá super luxo, o que eu quero é respeito como consumidor.
    Um grande problema é que quando esse nicho começou a ser apresentado não foi bem planejado para o futuro. Agora nos encontramos com vários mangás nas bancas, não fazemos nenhuma noção do que alguns títulos estão fazendo nas mesmas.
    Realmente não temos dinheiro pra comprar todos, mas se houvesse um “planejamento” melhor, talvez aqui teriam mangás com maior qualidade e um público mais entendido sobre o assunto.
    Estamos que nem cego em tiroteio, infelizmente só nos resta rezar.

  33. Pingback: Retrospectiva 2011 – Editora JBC marcada por aniversário e decepções | Chuva de nanquim

  34. ruh disse:

    Cara, nao tem nem como analisar uma situação como essa. Falta publicidade, boa vontade por parte da editora, falta planejamento, análise de mercado, análise das obras de interesse, tradução decente, impressão decente… enfim, falta tudo!!!!
    Com essa estrutura e esse tipo de pensamento, eles não deveriam nem pensar em publicar qualquer título de qualquer coisa!

    E a propósito, li comentários acima onde disseram que hq’s não tem tanta publicidade.
    Eu discordo. Homem Aranha, Capitão América, Thor, Lanterna Verde… tudo isso tem saído nos cinemas há anos, acompanhados por álbuns de figurinhas, propagandas na TV, promoções em Fast Foods de brindes relacionados… Obviamente que o mercado de Hq’s foi favorecido com isso…
    Agora mangás/animes… Já foi o tempo em que tínhamos exibições decentes de animes na TV… Depois da Manchete, ninguém conseguiu repetir o feito com tal maestria, mas a Globo (por exemplo) pelo menos tentou, me lembro de Sakura Card Captors, até Zatchbell. Depois disso, não me lembro de nenhuma mobilização por parte deles pra continuar exibindo animes. O SBT também investiu, como em Naruto, por exemplo. Mas posso citar aqui até o Animax, que nada disso resolveu pra acabar com esta crise ridícula no mercado de mangás. O problema não está no público, afinal um bom empresário cria o seu próprio público. E ainda mais público consumidor de mangás, que é um público existente e fiel, que pode ler o quanto for em fansubs que vai comprar o mangá, porque É FIEL.

    O problema é que ninguém teve visão o suficiente até agora pra revolucionar este mercado. Se até mesmo nós, meros leitores, conseguimos enxergar estes erros esdrúxulos das editoras, porque não um cara estudado nesse meio, um cara BOM de verdade, não teria visão e transformaria esse mercado numa mina de ouro, dando a todos nós uma boa qualidade e um preço digno, e ao mesmo tempo tendo seu enorme lucro todos os meses?

    Falta alguém pra enxergar isso. O MDG deve se achar essa pessoa, coitado. Só lamento pra ele, tá afundando com um mercado que já era simplesmente sustentado pela boa vontade dos leitores.

  35. primeiramente, PAREM de comparar o mercado japones com o brasileiro, aqui HQ em geral já é artigo de nicho, a única excessão é turma da monica, que um TMJ vende 500.000 por edição. hq com tiragem de 60.000 já é considerado hq de grande sucesso, se vender um pouco mais da metade, é sucesso de vendas. sendo assim, o único titulo que tem condições de ter capa banhada em ouro é Turma da Mônica, apenas ele tem sucesso adequado para bancar uma edição de luxo como alguns querem.

    quanto a Card Captor Sakura, é sim uma edição especial. se não é a mesma, é diferente, se é diferente é considerado “especial”.
    falar que o mercado está estagnado? balela, 10 anos atrás tinhamos 6 titulos apenas, em 2011 só a Panini trabalhou com 30 títulos diferentes, fora uns 10 da jbc e os da new pop.

    uma coisa da JBC que eu não gosto é que ela não se arrisca, só lança os mangás caça-níquel, quando lança algo diferente já avisa: “cancelaremos no 3º volume do almanaque”

    sobre preço; mesmo tendo uma inflação baixa, ainda temos uma inflação de cerca de 8% ao ano, mangá tinha que aumentar pelo menos todo ano, a jbc só não aumentou até agora à pouco, porque a Panini segurou os tankos dela a R$ 9,90 desde 2006 até este ano.

    sobre mangás em edições especiais, quando a conrad lançou gen, era apenas aquelas 4 edições, e não tinha alternativa de mangá, hoje temos várias, quase todas as edições definitivas da conrad foram canceladas, ou interrompidas, a panini lançou dois mangás com papel off-set por 15,90, fracassaram por baixas vendas (pelo menos um foi terminado) se a editora não voltou a lançar em off-set, foi porque o formato não vende.

    as pessoas já acham que pagar R$ 9,90 por um mangá é caro, muita gente ainda acha que os meio-tankos de R$ 7,90 são mais baratos (e por isso a jbc insistiu tanto neste formato, afinal, vendem mais por aparentar ser mais barato)

    num mercado que existe um nicho dentro do outro nicho de mercado é complicado lançar algo nos moldes de uma edição de luxo; há fã de mangás que só curte determinado sub-genero; resumindo, temos um publico pequeno e disseminado.

  36. Soto disse:

    Eu acho uma idiotice e um falso empreendedorismo querer que um mangá venha pra cá por 18,00 à 25,00. Sério, isso é muito bom se vc comprasse só um, dois mangás. Mas não, muita gente compra mais do que 2… Eu por exemplo, acompanho Air Gear, Kekkaishi, Fairy Tail e Claymore. To finalizando Basilisk e NHK agora… Vou comprar One Piece e Monster, e quando acabar Monster, comprarei 20th Century Boys, e se der, ainda tem como manter em paralelo o Beelzebub. Ah, também acompanho Bakuman. Claro que tudo isso não dá, então as vezes eu tenho que deixar atrasar algo; E eu sempre evito ao máximo dropar algo, pois é investimento a toa. O que eu quero dizer, é que se aumentarem o preço, faz uma diferença enorme pra quem acompanha e isso faz com que possam ser canceladas, já que por o pessoal comprar menos (R$100 pra 9 títulos ou R$100 pra 5, 4?), e geralmente o que compram são realmente as coisas mais importantes; Bota a faca na mão de qualquer um… Vc compraria One Piece ou D. Gray-Man? Claro que dei um exemplo forte e outro razoável, mas o que eu quero dizer é que NÃO DÁ.

    A NewPOP fez pq tem poucos títulos, eles tem uma periodicidade totalmente maluca (demora bastante!) e geralmente tem poucos volumes; Agora imagina fazer isso em um título de mais de 30 volumes?

    Pra mim está bom, o que eu acho que tem que ser feito são coisas menores; Manda com um plástico (a JBC não faz isso, a Panini usa aquele não reutilizável) que ajuda a conservar, bota algum agrado ao leitor.. Qualquer coisa!

    Eu gosto do tratamento da Panini, pq ela dá um “mimo” ao consumidor; O volume de Air Gear #1 realmente tá bem bonito, e eu acabei comprando mais por causa do tratamento físico e pela fama do Oh! Great do que pela estória. Bota alguma página colorida, algo do tipo… Espero que One Piece venha bem show!!!

    Agora JBC? Nada contra; Lembrem-se que a JBC é brasileira e a Panini multinacional. Claro, isso não é desculpa. A JBC tem que aprender a OUVIR OS LEITORES. Quando reclamam da tradução, opa! Façamos algo para mudar… Mas não, eles acabam não ouvindo. Os títulos que eles poem na banca também não me agradam tanto… Minha preferência mudou, não vou mais consumir Cavaleiros do Zodíaco por exemplo. Quero algo melhor, e se for só pra ser um shonen mal feito (com o perdão da palavra), eu escolho algo que eu não conheço!

    Enfim, a JBC pode, e deve dar um tratamento um pouco melhor nos mangás dela; E o que ela fez com FMA é imperdoável, eu comprei tudo e dei R$75 a mais pra ela. Ok, ok. FMA é a melhor coisa pra mim, e me arrependo muito pouco; Mas se tem dois títulos, um da JBC e outro da Panini, ambos eu gostando com igual intensidade e com coisas em comum (gênero, número de volume…) eu dou prioridade pra Panini.

  37. Pingback: Entrevista com colecionadores: Mangá com Denys Almeida do Gyabbo! | Vida de Colecionador

  38. Esqueci de mencionar algo totalmente sem sentido dita na matéria, colocar matérias de mangás da editora jbc, em revista da abril etc; é impossivel, são editoras concorrentes. é a mesma coisa que a Coca-Cola fazer propaganda para comprarem Pepsi ou guaraná antartica.

    outra coisa, a jbc não é Brasileira, ela é filial da JC, uma editora Japonesa.

    tem licenciante japones que não permite que a panini divulgue mangás licenciado pela mesma, mas de editora japonesa diferente

  39. Alexandre disse:

    Muito se fala dos custos de gráficas e que tal mangá custaria 60 reais se fosse impresso em papel melhor e/ou em cores.. alô? Ninguém aqui vê turma da mônica e pato donald nas bancas? Eles vendem tanto assim a mais do que mangás pra justificar ter papel melhor e impressão colorida a 4 ou 5 reais? Ou tomem como exemplo a edição disney jumbo, 500 páginas coloridas em papel mais grosso que dos mangás custando R$ 15,95! Duvido que tenha uma tiragem de 500 mil exemplares. Editoras como a JBC continuam o serviço porco em seus mangás simplesmente porque estão VENDENDO. O lucro é maior com material de baixa qualidade. Os fãs continuam comprando, independente de rechear todos os blogs e sites com suas reclamações muitas vezes sem argumentos.

    Aí surge o ciclo vicioso: o fã continua comprando com medo de ficar sem o produto, caso as vendas sejam baixas. A editora não melhora seus produtos, já que estão vendendo. Se o fã deixa de comprar, a editora culpa ele e as baixas vendas pelo cancelamento dos títulos. Ou seja, a editora fica numa posição mais confortável que o comprador final dos mangás. Não tem algo errado aí? A editora devia VALORIZAR ao máximo seus leitores, criar uma relação saudável com o consumidor, que beneficiasse AMBOS – óbvio, ninguém aqui acha que a editora nos disponibiliza mangás por ser boazinha, ela tem que ter lucro. Mas o consumidor merece um produto de qualidade.

    Com a mentalidade demonstrada pelo gerente, que parece se basear em seus gostos pessoais na escolha de títulos, a editora jbc não me parece ter mais 10 anos pela frente. Eu, como leitor de HQs e mangás, faço a minha parte: não tem qualidade, não compro.

  40. Pingback: Os melhores de 2011 |

  41. @João Não sei exatamente sua intençã com relação ao texto, mas claramente algo é incoerente em sua argumentação. O fato é que se o mercado é de nicho, supostamente, tem gente que pagaria por edições mais caras. Você falou como se o cliente não quisesse um produt muito além do seu bolso. Claro, essas edições vendem menos, mas se o mercado é de nicho os clientes pagam pelo produto. Uam tiragem limitada resolveria o caso.

    Acredito que você está sendo mais radical que nós ao falar que o mercado deveria continaur assim sendo que foi provado por A +B pelo Kuroi dos custos de impressão. Tem gente reclamando de todas as editoras. Eu discordo. Sinceramente, a Conrad tem feito um bom trabalho dento das limitações dela e a NewPop é uma empresa que vende mangás ocm um preço de base bem mais alto que o normal, mas consegue tirar dinheiro disso. O que me impressiona é a flata de comunicação da JBC com o público e o desrespeito com ois cliente porp arte dessas empresas.

    A falta de empreendedorismo e respeito, a flata de pesquisa od mercado e o interesse me arriscar. Essa estagnação aliada ao desrespeito pelo cliente, a flata de conscientização de certos clientes e o problema da flata de divulgação são reais. Não tente revolver a argumentação pro lado esquerdo do campo enquanto a torcida destruiu a saída direita da estádio.

    O que eu acho, e me desculpe é que ao fazer isso ele provou que vive de passado. Ele quer que as coisas vendam sem o empreendimento necessário. Então se gasta pouco e se faz pouco. Óbvio que o retorno vai ser pequeno. Isso é negócio e estamos cansados de saber queo investimento é parte do lucro.

    Então eu acho, e me desculpe, colega, mas que se você tem razão por dizer que o pessoal exagera ao comparar dois mercados você exagera ao justificar que o mercado ainda nos entrega produtos caros e de má qualidade em sua maiaoria.

    A lei do jogo justo vigorou no Brasil ,por exemplo, e isso foi graças ao esforço de várias pessoas e de fatores de sorte, também, O preço dos games é de 200%, mas parece que isso vai mudar. O mercado melhorou nesse sentido, mas chegam poucos títulos e daí o nicho fica sem subsídio. Resultado: importa-se e o mercado não cresce.

    Isso justifica desinteresse e desrespeito com o cliente e o produto que se importa? Jamais! Afinal, se é um nicho deveria-se tratar bem o cliente, mas pra ele cliente é merda. É pasto. Animê é coisa de criança, mangá tbm. O produto deveria então ser malfeito porque não dá retorno. Colcoa am ula pra trabalhar e o trouxa pra comprar. Na boa, mas eu não consigo entender essa agressividade com os próprios produtos e o desprezo pelo cliente. Acho que os valores mudam rápido demais. Estou ficando velho e olha que tenho 25 anos.Malditos naos 200. minhas costas doem…

  42. Esqueci de algo:

    @Yarj: Vai arranjar uma vida. Revolução de auqrto e pseudointelectialismo é o uó. Sustentar essa argumentação sua em um site de ãs é quase um desrespeito à minha pessoa e aos outros. Leio Persepólis, gosto, leio dostoyésvky. Leio de tudo um pouco. tneh outros interesses, mas na boa mangás são parte da minha vida tano quanto obras mais intelectualizadas. E essa sua argumentação mostra o quanto o senhor é ignorante sobre temas de mangás e conhecimento de títulos. Faça um favor à si mesmo: Assista Ghost inm The Shell, Madoka, Evangelion e leia Akira.Aposto que seus horizontes vão ser ampliados para além da moda e desse discursinho de revolucionário bem intencionado.

  43. Pingback: A decadência do mercado de animês e mangás no Brasil! Apontando possíveis soluções! « Outros Papos em versão WordPress!

  44. Pingback: 3 anos de Gyabbo! – A consolidação de uma trajetória |

  45. Viva à Panini! E Basilisk! E Air Gear! Hahahaha! =P

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