Guilty Crown – Conclusão

Depois de longas 22 semanas, um plot extremamente duvidoso, uma qualidade gráfica acima a média e uma animação que conseguiu enganar bem quem assistia, chega ao fim Guilty Crown no bloco noitaminA.

Antes de falar do seu final, vamos retornar 22 semanas e relembrar das expectativas construídas a partir do primeiro episódio dessa série. Tomando meu post de Primeiras Impressões é fácil perceber a minha grande empolgação com aquele que foi pra mim um dos melhores primeiros episódios do ano passado, juntamente, apesar de completamente oposto, do primeiro episódio de Usagi Drop.

Ambientação, apresentação dos personagens principais, combinação de ação com as músicas, roteiro instigante, character design bonito, tudo isso criou um sólido primeiro episódio que me deixou realmente empolgada para ver Guilty Crown.

Até que o episódio dois veio.

O dois, o três, o quatro e 90% dos episódios onde os roteiristas pareciam ignorar o que aparentemente seria uma trama política em prol de uma ficção científica na maioria das vezes sem sentido apenas para justificar cenas cool, principalmente com o uso dois voids. Guilty Crown ficou marcada por ser uma série onde o roteiro só dava as as caras em um ou outro episódio, para logo tudo que foi construído ser destroçado para dar lugar a um plot twist que soasse brilhante, ainda que apenas soasse.

A verdade é que o anime começou com o intuito de falar de um Japão controlado por uma organização externa, sem poder real para conseguir sua auto-gerência e soberania sobre seu próprio território, algo que se refletia de forma interessante no apático protagonista Shuu. O que era pra ser a história do crescimento pessoal de um jovem, em consonância com a retomada de poder da sua própria nação com uma pitada de nacionalismo talvez exarcebado, acabou virando uma história de amor de Shuu para a boneca (quase um dakimakura) Inori.

Inori, desde o começo da série uma personagem vazia, servindo a um ou a outro personagem de acordo com as cordas embaraçadas que o roteiro desenvolvia parece muito mais um vaso onde protagonista e espectadores podem depositar seus desejos, frustrações e expectativas (assim como é de fato feito por Shuu após sua pseudo-transformação em um ditador já para o final da série).

O que chega a soar irônico quando vemos que Shuu é rejeitado como possível novo rei, novo Adão, o escolhido para criar uma raça superior. Por quê? Por amor. Ou será mesmo? Os sentimentos de Shuu, que ao final da série percebemos que eram o motivo-mor da sua existência, eram realmente puros (no sentido de serem verdadeiros, não no sentido sexual da conotação)? Ou era apenas uma devoção cega (sem trocadilhos com a condição do personagem ao final da série) de um personagem que nunca cresceu verdadeiramente, sempre ancorado na imagem quase divina de Gai?

E é justamente este o ponto maior da minha crítica a Guilty Crown que terminou por se mostrar uma série divertida de assistir apenas quando se conclui que buscar entende-la é perda de tempo. Toda questão política é na verdade um pano de fundo que vai episódio por episódio se complicando mais, tentando se apoior em plot twists e cenas impactantes a fim de manter o espectador dentro da audiência, quando na verdade o que temos aqui é o sonho irreal de um jovem alienado e sua devoção por sua idol.

Antes fosse uma crítica aos fãs hardcore e seu apatismo em relação aos problemas reais, seja no Japão ou no mundo. Não, Guilty Crown vangloria essa relação de devoção ao vazio, deixando ao final da série uma sensação de dever cumprido no protagonista que na verdade não fez absolutamente nada a série inteira. Shuu é um mártir de si próprio. Nunca lutou por ninguém, nem por uma causa. Lutou pelo incômodo que seu próprio jeito de ser causava em si e pela necessidade de defender aquilo que entendia como amor.

Isso significa que Guilty Crown não vale a pena? Não iria tão longe, ainda é um anime bonito de se ver, mas é preciso se despir completamente de qualquer expectativa mais elevada e deixar-se levar pelas cenas cool como a perda do braço de Shuu. Não tente entender como Shuu sobrevive no final ou por que ele fica cego, você não vai encontrar respostas para essas e várias outras perguntas.

Mesmo com uma animação que economiza recursos para apenas alguns momentos-chave, é no traço bonito e nas músicas muito bem feitas por Supercell que GC acaba convencendo os espectadores de que merece ser assistido. Não é uma perda total de tempo, mas com certeza poderia ser um tempo investido em uma experiência bem mais interessante.

55 respostas em “Guilty Crown – Conclusão

  1. Na verdade olhando a crítica desse e de vários outros animes queridinhos do publico de sempre japonês, eu já cheguei a essa conclusão:
    O japonês de hoje deixou de dar importância ao que é importante – e dá importância ao desimportante. Por isso, pode até apresentar boas ideias, mas as queima em prol justamente de preservar aquilo que os ajuda a se manter isolados no útero.

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  2. Na minha opinião o anime perde muitos pontos por não fazer sentido.Teve coisas que foram muito forçadas que foi só pra dar continuidade pro anime como a volta do Gai q não tem lógica nenhuma.O anime ficou muito forçado esmagando as expectativas que se tinha de ser um segundo Code Geass.
    Concluindo não acho que valha a pena trocar uma boa história por cenas bonitas.

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  3. Eu achava o “2º Evangelion” bom até a metade, qndo Shu ainda só “gostava” da Inori, não era realmente ruim o fato dele querer salva-la, mto pelo contrario, no entanto deveriam ter mantido o tema central q seria a apreensão em q se encontrava o povo japonês no atual momento, qndo a situação estava totalmente instavel e o país era controlado por uma organização internacional, seria melhor se o anime tivesse acabado msm com akela parte em q o Gai morre e deixar algumas pontas soltas, mas ao inves disso preferiram tornar o Shu um personagem completamente fútil e irritante, tendo como único objetivo proteger a Inori. Ta, ele queria tirar tds dakela escola, mas a unica prioridade era Inori, ele chegou ao ponto de se tornar um ditador e a usar pessoas como apenas objetos, a cada episódio que passava eu ficava com mais raiva do Shu, sendo que acompanhar os 24 min. dos episódios semanalmente era qse como uma tortura. Guilty Crown foi um anime agradavel de se assistir até o episódio 12, dps disso, começou a se tornar tao decaído como foi esse ultimo episódio… e só pra constar, não achei q o Shu tava realmente cego, tanto q o brilho dos olhos dele não sumiu como acontece na maioria (graande maioria) dos personagens q se tornam cegos em animes e mangás

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  4. Eu tenho até vergonha ao lembrar que um dia falei para conhecidos meus que botava fé nesse anime antes de sua estréia. Que anime ruim!!! O pior é que um anime desse é capaz ainda de ganhar continuação(já que as vendas de BDs andam boas).

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  5. É o anime (que pra mim) tem uma das musicas de aberturas mais empolgantes -My Dearest-
    É vergonhoso como essa animação teve uma uma estoria sem continuidade, mudando totalmente o FOCO nos últimos Ep. O uso de Mecha foi um desperdício , junto com os Voids, que por sinal, não teve uma lógica consistente, assim como personagens saindo do “nada”. É por muitas vezes assistir um Ep e ser trollado. (Ex: No ultimo, eu pensei que o Shuu teria morrido), se a intenção era construir com o passar da serie uma personalidade para o Shuu, algo saiu errado. Eu estava vendo o Shinji 2.0.
    Eu digo que pela sinopse, o foco seria a libertação do Japão controlado… nem explicaram como esse “Japão” é libertado, se é que foi controlado.Concordo que tudo foi jogado pela janela dentre os ultimo Ep, virando um Shumeu e Julinori.
    Talvez seria toda as expectativas colocadas em GC, fizeram com que a decepção fosse ainda maior. No final da serie que as lutas ficam até legais ( nipe de BRS kkkk -not ).

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  6. Droppei essa coisa antes da metade, após o momento que parecia que ia engrenar para um final babaca e que estragou tudo construído. Acompanhei de longe o que acontecia e hoje vejo que não errei em largar. Esperava mais? Não, apenas o mínimo. Conseguiram estragar até poucos personagens que tinham carisma, para construir algo forçado ao redor do Shuu e Inori. Para me divertir sem compromisso prefiro Rinne no Lagrange do que isso aí. Anime ruim e sem mais….

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  7. O que vemos na animação japonesa é simplesmente o mesmo que vemos em todas as outras artes no mundo, o Sistema capitalista faz com que as pessoas façam obras “artísticas” pensando em lucrar e não em expressar algo através de sua arte.
    De agora em diante teremos mais animes nesse porte, infelizmente, pois vende bem, é cool e é isso, o mesmo vale para echi exagerado e para o moe.
    E como disse é o mesmo em todas as Artes, á quanto tempo não temos uma tendência artística? ou um movimento? acho que o último movimento artístico no Brasil foi a umas 2 ou 3 décadas atrás, de agora em diante é tudo a busca do que Vende, quantidade ao invés de qualidade.

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  8. Ele ficou cego sim, lembra que a Inori tava cega quando ele ela voltou? O void do Shoe absorve tudo das pessoas, ou seja ele absorveu a cegueira dela quando ele absorveu a infecção de todo mundo, mas a inori de alguma forma levou todo o virus mas é impossivel ela levar a cegueira do mlk.

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  9. Guilty Crown tem fartos problemas, fartos.
    Em primeiro lugar, clichês. Muita gente fala que cliche não é ruim e não é mesmo, ele só é quando é usado da forma como vemos aqui. Guilty Crown simplesmente copia e cola de um monte de animes e força muito a amizade na forma como executa as cenas. Eles decidem que algo vai acontecer “Assim” e “Assim”, mas não montam um cena convincente, as coisas simplesmente acontecem e ao longo da série foi mudando as regras estabelescidas ao gosto do diretor.
    Roteiro sem nenhuma credibilidade, com personagens fracos, vazios e cretinos, lutando pela força do amor e sendo salvos por ela, e recaindo naquela mesma obsessão com evolução. Os japoneses tem um complexo de inferioridade impressionante, sempre querendo evoluir a espécie. Por favor, não dá mais nem para rir.

    Engraçado que começaram comparando muito com Code Geass e a forma como os responsáveis fingiram ignorância nas entrevistas tornou essa suspeita de inspiração mais forte, mas como alguns mais velhos foram notando no fórum do Subete, o conceito básico de Guilty Crown é na verdade cópia de Parasite Eve, livro e jogo.
    Um vírus, no DNA, duas mulheres contra-partes que precisam ser fundidas para despertar o ser superior, um personagem que é infectado e usa o poder do vírus para lutar contra as duas e por aí vai.

    Seria até legal se fosse bem feito, mas no fim Guilty Crown só serviu para se humilhar como o seu protagonista e ser motivo de piadas sem fim.
    Só para isso que ele valeu a pena de verdade, fazer humor.

    O final com o Shu manco e virgem foi a cereja do bolo, de fato o amor cega mesmo.

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  10. Guilty Crown foi feito para vender.
    O tanto de coisas que aconteceram do nada, que não foram explicadas, os wtfs e etc são suplantados por uma arte bonita.
    O engraçado é que todas as vezes que falam que vai ter um segundo Code Geass o anime acaba sendo ruim XD
    É um anime bonito, e a única coisa que me fez chegar até o fim foram as músicas do supercell. Estou comprando os CDs, mas não é pelo anime. Não, de jeito nenhum.
    Eles arruinaram os melhores personagens pelo bem da Inori e do Shu. Mataram o doutor doidão, o Daryl deixou de ser yandere, a Ayase aceita ajuda de todo mundo agora…
    É algo para se assistir sem grandes expectativas. Eu tinha desistido de assistir, mas aí voltei e fui até o fim. Desde o primeiro episódio senti que algo não se encaixava. Mas fui vendo naquele “talvez fique melhor…” e não ficou.

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  11. Esqueci de mencionar que os Coveiros/Undertakers/whatever eram uma organização terrorista só de adolescentes.
    Achei que o Gai era um adulto, mas ele era só mais um adolescente.
    E não há ninguém para torturar a Inori no primeiro epi, a heroína deve permanecer bela e intocada; mas nada de escrúpulos em cortar fora o braço do protagonista.

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  12. Vou ser levemente do contra e discordar um pouco do tom das opiniões. Também acho que este anime tem um enredo confuso e cheio de furos, mas acredito que também tenhamos coisas boas: belas aberturas, OSTs e algumas cenas tem animação empolgante.
    A maior revolta pelo anime foi a grande expectativa. Esperava-se muito e o resultado frustrou estas expectativas. Como vi GC aleatoriamente sem nem saber do que se tratava antes de assisti-lo não fiquei tão decepcionado e acabei com por julgá-lo com um pouco mais de benevolência. Anime mediano nota 6,5.

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  13. Assistir Guilty Crown sem nenhuma expectativas, e devo falar aque teve um enredo um pouco confuso, mas, eu curti muito o anime…. ele teve belas cenas, otimas OST, abertura otimas e muitas partes empolgantes.

    Pra mim mesmo com as falhas que ele teve, GC é um otimo anime, e valeu muito a pena assisti.

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  14. Pingback: Guilty Crown | Nahel Argama

  15. perfeita a critica. eu sou fã do anime, discordo de certos pontos, mas os pontos basais sao isso mesmo. confusa, e algumas vezes ilogica. mas aq vou deixar um coment d alguem q considera anime simplesmente boa literatura: devemos respeitar as opiniões dos autores, pq afinal, eles são os autores.

    abraços, nos vemos numa critica dupla do meu amado Guilty Crown,
    no blog, afontegeek.wordpress.com. até la!

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  16. kra serinho, andei lendo os comentarios aqui, acho que ninguem entedeu o anime, pq se tivesse entendido, veria que é uma trama perfeita e na minha opnião, melhor anime de 2012 no momento.

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  17. bom gostei do anime mas assumo q tem falhas dantescas,o final foi tosko fazer o quê né,mas esse anime me empolgou tanto como nenhum outro,o mangà ta saindo vamos ver se consertam as falhas la,fikei puto qndo o gai volto pqp odeio manolo q volta a vida se morreu, morra e n volte.nunka vi anime sair antes de manga ou light novel,os cara tinham tudo pra arrebentar e fazer um anime top mas ferraram com ele=dou 10 a ele prq empolgo se n fosse isso daria 6,5.

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  18. olha na minha opinião o anime foi nota 10 o problema e q so foi 22 eps ai o pessoal disilformado sai soltando criticas q n tem nd a ver tp e eu n entendi n enteu ve oq mt simples ve o anime dnv ai vcs vao enterder eu garanto na real o anime e nota 10 essa e minha opiniao queria dar o parabens a Fuji TV q passo o anime e isso ai vlw

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  19. Hoje em dia a maioria dos animes valoriza mais a arte do que o conteúdo, o que não é de um todo ruim, afinal, esse é um fator que torna-os emocionantes quase que automaticamente. No entanto eu não troco “fly – o pequeno guerreiro (dragon quest)”, com o qual aprende-se e emociona-se a cada episódio (salientando que fly foi considerado um fracasso, tanto que acabou no meio da história), por 90% dos animes de hoje.

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  20. Eu confesso que gostei muito desse anime… quando eu escolho um anime para acompanhar, o design, as paisagens, a qualidade gráfica são o meus 1° critérios – não gosto de anime mal desenhado, exemplo: Dragon Ball. O anime é um clássico mas aqueles cabelos em formato de “banana” são o Ó! Nisso o Guilty Crown já ganhou alguns pontos!

    Outro critério: trilha sonora! Eu não me canso de ouvir o OST! Os openings e endings são excelentes! Já estou até decorando algumas músicas!

    Mas como nada é perfeito, o enredo em si, se perdeu bastante no andar da carruagem. Quando você acha que as coisas vão se encaixar ou que está caminhando para algo superior, a historia frusta! Eu tenho uma grande necessidade de entender os porquês… algumas situações são colocadas para depois serem ignoradas! E esse anime é aquele que você gosta mais dos personagens secundários do que os principais que são irritantes boa parte da história… o Shu tem hora que merece uns bons petelecos na orelha!

    Mas não tenho do que reclamar. Imagens lindas e impactantes, músicas envolventes, um pouco de tecnologia e destruição e voilà: consegui assistir até o fim! O que posso fazer? Guilty Crown me conquistou!

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  21. Bom, devo concordar e discordar de todos. Ao meu ver, o anime foi ótimo, a animação como dita acima é realmente bonita, a história em si foi muito boa(mesmo faltando alguns detalhes cruciais). Não tinha nenhuma expectativa para o anime, apenas um amigo meu havia recomendado. Quando a história começou a desenvolver-se, confesso que achei que teríamos um novo CodeGeass, mas após ver todos os episódios notei que era apenas uma expectativa. Mesmo com os personagens as vezes vazios, me apeguei a eles e confesso, quando a Hare morreu relembrou a Shirley e realmente me tocou. Mesmo sendo um ótimo anime a história teve muitos furos como: a ressurreição de Gai, o poder daquele que dizia poder ser chamado de Daath, o olho daquele cara maluco(foi um dos melhores personagens), o porque do Shu estar cego e muitos outros. No final quando Shu e Inori se encontram após a morte de Gai, não parei de pensar: Shu, deixa de ser egoísta, pra que levá-la junto? Pega logo o câncer da Inori, se sacrifica por ela, cara. Quando foi justamente o contrário. Até ai tudo bem, mas quando vi Shu cego(e vivo), foi a única parte do anime completamente desnecessária, poderia ter acabado sem isso e com mais tempo, colocassem um final melhor no mangá. Enfim, ótimo anime, recomendo. Nota: 4.2/5

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  22. Eu ainda estou no meio do anime, mas depois de ler isso tudo fiquei meio desnimada… Mas vou acabar dever sim pra ter minha própria opinião. Por enquanto GC ainda está muito bom, e tudo faz sentido. Uma pena que tanta gente tenha ficado descontente com ele. Espero que o final faça algum sentido para mim…

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  23. Tipo… Eu vi muita gente falando que esperava a libertação daquele japão e tals. Eu comecei a assistir o anime sem nenhuma expectativa, até pq uma amiga me recomendou e eu só havia lido a sinopse.
    Eu não sabia de nada desse enredo da libertação do Japão, mas, a história que eu entendi e eu acho que todos deveriam ter visto foi o seguinte:
    Shu, era um Garoto que tinha medo de expressar como ele se sentia de verdade, ele era uma pessoa que queria agradar aos gostos de todos a sua volta, porém, ele se sentia um tanto vazia por não ser ele mesmo. ( ou por não ser algo mais? )
    A Inori, foi uma criação daqueles cientistas ( que esqueci o nome ) que deve ter sido criada a partir de alguma coisa da Mana ( DNA ) para que eles pudessem renasce-la. O Virus do apocalipse, como o propio nome diz, seria para destruir toda a raça humana e faze-la evoluir, fazendo Mana a nova Eva e mais alguma outra pessoa que seria o seu Adão.
    A história na minha opinião foi que o Daath era um tipo de entidade divina, ele era um tipo de ser que controlava o destino etc. E, que o Shu seria o novo Adão, para que a humanidade evoluisse a partir dos genes do novo Adão e Eva.
    Em resumo, a história se baseia em o que seria uma evolução da humanidade.
    Ao longo da história Shu passa por vários altos e baixos, por ele ser uma pessoa com bom coração ele acaba sofrendo ( como nos finais, que ele acaba se perdendo e virando um ditador ), mas, no fim ele da o melhor de si, tomando coragem para proteger a todos.
    Eu acho este anime muito bom, podiam ter explicado várias coisas que ficaram sem explicar, mas, eu acho um otimo anime, pois, tem uma história boa, cenas legais, trilha sonora.
    É que, eu acho que muitos não entenderão muito bem as mudanças de personalidade das personagens. Shu por exemplo foi ficando mais corajoso, bondoso, depois que ele percebeu que sua bondade não adiantava ele acabou se perdendo e virou aquilo la.
    Inori era uma personagem vazia pois, ela não humana, ela é apenas uma criação, não sabe muito sobre o mundo, como as coisas funcionam, por isso é meio sem personalidade.
    Ayasse não gostava que a ajudassem pois queria se igualar aos outros por suas condições físicas. Mas, quando ela percebe que tem limites, que não pode fazer tudo que os outros fazem, ela aceita a ajuda de um amigo colocando seu orgulho de lado, para assim crescer como pessoa e não deixar o orgulho atrapalhar mais.
    Bom… Enfim, era só isso que eu queria falar…

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  24. Pingback: Psycho-Pass – Primeiras impressões | Gyabbo!

  25. Devo discordar completamente da critica de vocês, Guilty Crown é um dos meus animes favoritos, não acho que uma história para ser boa tenha que ter muito sentido e sem falhas, está certo que o anime deixa algumas lacunas, mas falar que o anime não prestou!? aí já é demais!! o anime é muito bom, e acho que muita gente não entendeu o sentido do anime, e nem os sentimentos dos personagens… para dizer que o anime não presta só pode ser por isso, tá certo que ele não chega nem perto de Code Geass, mas não deixa de ser um ótimo anime!! só achei o final muito triste, mas fora isso o anime é 10!! e vão assistir porcaria de naruto e One piece se não gostaram!! Mas eu ainda acho que se o anime terminasse no ep em que o Gai supostamente morre a história teria ficado melhor…

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  26. Pingback: Primeiras impressões - Shingeki no Kyojin - Attack on Titan - Gyabbo!

  27. Crítica muito bem argumentada, porém, devo dizer, ridícula. É verdade que o anime teve muitos pontos que ficaram em indefinição e um final decepcionante para quem criou expectativas sobre ele. Mas, na minha opinião, Guilty Crown é um ótimo anime, com uma trama quase perfeita, personagens muito bem desenvolvidos (fato cujo qual quem discorda provavelmente o faz por não entendê-los), ótima trilha sonora (acredito que todos concordam com isso) e um traço envolvente. Quem deseja mais que isso para considerar Guilty Crown um ótimo anime é um tanto exigente…
    Pois bem, nada pode ser falado sem ser argumentado. Então iremos por partes. Primeiramente falaremos de Ouma Shu, personagem que foi extremamente criticado. Shu, no início do anime, é um garoto anti-social que possui dificuldades em expressar suas emoções e sentimentos. Ao longo do anime, ele continua com alguns traços de sua antiga personalidade, porém adquire mais coragem e passa a ter mais vínculos afetivos, assim como demonstrar o que sente por seu amigos. Simplesmente fiquei pasmo quando li a seguinte frase: “[…]protagonista que na verdade não fez absolutamente nada a série inteira. Shuu é um mártir de si próprio. Nunca lutou por ninguém, nem por uma causa.”. Diga-me, o que você considera lutar por alguém? Na minha visão, lutar por alguém não é algo para o qual você precise arriscar sua vida ou o que for. Apenas ir contra a uma situação que prejudique alguém que você queira proteger já é lutar por essa pessoa. E Ouma Shu fez isso o anime inteiro. Ele lutou, inclusive, contra seus próprios distúrbios emocionais, suas fraquezas como pessoa, seu medos, suas frustrações. E para quê? Obviamente não for para martirizar-se. Ou você acha que foi apenas para auto-satisfazer-se? Devo dizer que não. Toda sua luta foi por um único motivo: amor. Não falo apenas de seu amor platônico por Inori (cujo o qual foi motivo de dúvidas em sua crítica), mas também de seu amor por seus companheiros, seus amigos. Uma prova disso (além de diversos momentos em que arrisca a si mesmo para tentar salvar Inori e os outros) é o formato de seu Void. Uma pessoa determinada a não lutar por alguém teria um Void como o dele? Um Void que transfere tudo o que é nocivo para si mesmo. Isso não seria um ato equivalente a salvar alguém, sacrificar-se por esta pessoa? Creio que sim.
    Quanto ao seu amor por Inori, admito que não consigo provar-lhe que é um sentimento verdadeiramente puro, uma vez que você não tenha conseguido ver isto por si próprio. Em muitos animes vemos personagens se apaixonando por outros por motivos muitas vezes vazios, fazendo-os terem certa adoração por seus amados. E isso é considerado amor. Em Guilty Crown temos um garoto que se apaixona por alguém que lhe fez sentir-se bem, alguém que realmente se aproximou dele, o que é um grande feito, já que Shu tinha apenas relações vazias com outras pessoas. Simplesmente não consigo ver em que ponto esse sentimento pode ser confundido com a “devoção cega” mencionada, já que o sentimento foi desenvolvido após os dois se conhecerem, de forma que Shu se apaixonou por Inori como pessoa, e não por ser uma ídola musica.
    Partindo para o enredo… A questão política, os Voids, o vírus apocalipse e tudo o mais, ao contrário do que foi dito, não acho que seja mera distração, ou, como dices, um “pano de fundo”. Tudo isso faz parte da história de Guilty Crown, é o que faz dele um anime que não foca apenas (note o “apenas”) o romance entre dois jovens. Se ao ver o primeiro episódio pensaste que o foco seria nas questões políticas, sinto muito, o erro foi seu. O foco de um anime não é definido no primeiro episódio.
    Existem muitas outras questões a serem discutidas, mas creio que o principal já foi dito. Por fim, queria dizer que ao meu ver, Guilty Crown é um ótimo anime, sendo inclusive meu anime preferido. Pecou (e muito) no final, porém não acho que isso tire a credibilidade do anime.
    É um anime que pode mexer com o lado psicológico de quem o assiste, e caso o espectador se identifique com algum personagem, pode também fazê-lo refletir sobre si mesmo. Recomendo o anime pra quem gosta de se emocionar e se envolver em tramas complexas.
    É isso, agradeço quem teve paciência pra ler tudo… -.-

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    • falou bonito cara, ainda sim minha opinião é que o anime em si foi bom com uma ótima trama etc, mas o final foi muito ruim pois na expectativa de muitos era para os dois ficarem juntos. Minha final opinião seria anime ótimo mais final decepcionante

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    • Apenas chorei no final, e acredito que isso resuma tudo, pois você não demonstraria qualquer tipo de afeto pelo anime se esse fosse ruim, e também acho que o final poderia ter sido, digamos, mais animador, pois pense: o Shuu já tinha perdido o pai e a mãe, mal tinha contato com a madrasta, perde a única amiga que o apoiava, briga com outro amigo e o faz passar por apuros, mata o irmão (por razões óbvias e, talvez, necessárias) do único que ele julgava ser seu amigo e que mantinha uma relação de sinceridade com ele, perde a irmã que foi a causadora de todo o trâmite, mata, e não bastando uma, mas duas vezes, seu melhor amigo de infância, e para finalizar com a desgraça do rapaz, ele perde a pessoa quem amava, quem o instigou a lutar e sobreviver, superar tudo e todos, e que o trouxe até ali, e de todas as mortes, a única que eu fui contra fora essa, até por desejar um final feliz e romântico, mas, principalmente, por ver a dor que ele passou aquele período todo, e no fim sua amada morre. E se já não fosse suficiente, dá-lhe mais cacetadas, passasse alguns meses e ele surge cego, e juro que pensei, na hora que o Gai havia morrido, que ressurgiu o símbolo na mão dele, que de alguma forma ela tinha se “consertado”, mas não, seria até bizarro, eu sei, porém o coitado chega a uma festa, todo dolorido por dentro, mas sorrindo, feliz por todos. A moral do anime é surpreendente, aquilo de nunca desistir, olhar para trás apenas procurando onde errou para não errar lá na frente, mas que a Inori ter morrido foi crueldade com ele, foi. Eu no lugar, não aguentaria não huahua.

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  28. eu acho isso uma tragédia o cara luto tanto e pior inori a unica razão do anime ser visto ela e apaixonante e imcantadora e uma trajedia o final

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  29. Bom cada um tem seu gosto e sua definição do é bom ou não, do que te interessa ou não. No meu caso, esse foi um dos animes que mais me emocionarem e interessei no geral por suas caracteristicas. GC tem sim uma historia
    que se confunde e se perde um pouco por ser complexa. Mas a questão é os
    personagens, o modo como vão evoluindo como pessoa, sendo que isso
    influencia até seus Voids. A Inori, por exemplo, no começo era uma
    personagem vazia pelo fato de não ser humana e nao entender até entao
    tais sentimentos. Depois de um tempo em convivencia com Shu, ela
    melhora suas caracteristicas de personalidade. Isso é que a torna
    diferente. Já com relação ao final, pra mim foi totalmente triste(sim eu
    chorei), porém deixa aquele gosto de quero mais (afinal, quem que
    curtiu gc nao amaria uma continuação?). Mas o final ao meu ver, não foi
    nada forçado e diferente de muitas historias que tentam não ser clichês e
    em geral acabam decepcionando, GC e seu final concerteza mexe com o
    psicologico de cada um. Só digo uma coisa pra quem se decepcionou com o
    final: criar espectativas não é lá muito interessante quando se deixa
    levar pela historia…isso te faz perde um pouco a magia da coisa. Enfim, o que faz de Guilty Crow ser meu anime
    preferido até hoje, é o fato de você descobrir algo diferente a cada
    episodio, por não ser monótono, já que aconteçem varias coisas ao mesmo
    tempo e logo, surgem outras que ti fazem pensar em varios “porquês”,
    também da mesma forma da nossa vida real, em gc existe varias coisas que
    também não fazem tanto sentido, e isso é o que intriga muitos, mexendo com o psicologico. Por ultimo resumindo tudo em uma palavra: foda !!

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  30. O anime pode pecar em algumas coisas, não fazer sentido… mais não deve refutar o anime por ser cool e romântico… muita gente gosta desse genero.

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  31. o anime começa foda so que no meio quando o shu tem que ser o chefe e todos os amigos dele morre o anime fica igual um akame ga kill fica chato e solitario eles deveria levar o anime para outro lado por que o final pra mim ficou horrivel perdeu a namorada q ama e ficou cego poxa se fosse assim seria melhor se os 2 morreriam ou os 2 viveriam e ninguem cego finalizaram de um geito ruim de mais o negocio ep refazer esse anime para conseguir ter uma segunda temporada boa a plataforma de historia sobre o coração muit bem planejado som que botaram muita tristesa foi para mesmo lado que akame ga kil me desculpe unico ep que gostei foi até o 5 o resto foi um lixo total vlw e agradecimentos

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  32. Tenho que discordar com a maioria daqui.
    Guilty Crown é um anime de emoção no qual você precisa estar realmente aberto ao vê-lo, não simplesmente julgar estar assistindo um outro em nova versão.
    Aos reclamaram da morte da Inori, vamos só lembrar que ela nunca foi humana, né; somente um projeto para que a Mana fosse ressuscitada.
    Os Daath (assim que escreve? :v) são na verdade aquele garoto somente e, na verdade, ao que ele deixou a entender, é Deus ou um enviado dele. Por isso ele nunca envelheceu e esteve sempre antenado de tudo, no fim, ao ver a devoção do Shu, deixou que as coisas seguissem sem a sua interferência.
    Sim, ficou muito furo na história, como o aparecimento de Gai e a Inori em si, mas, ao perceber tudo que já ocorreu naquele mundo, isso é quase o de menos, rs. Aliás, acredito que ambos sejam biomáquinas feitas com o apocalipse (a Inori tem a outra parte em que comanda o tal vírus e o rosto de Gai tem uma grande marca), ou até mesmo humanos reconstruídos com o tal vírus.
    A Inori ficou cega naquele momento antes, por isso, ao trocar de vida com o Shu, ele acaba também deficiente.
    Ah, tem muito a se dizer, mas por último há um comentário sobre a Ayase deixar o Shu a ajudar, é simples, ela pegou confiança e aquele ato foi uma demonstração de afeto, afinal, ninguém sabia se iriam voltar vivos.
    O final foi incrível, pois monstra o que um amor verdadeiro pode fazer, o Shu mudou totalmente durante o anime (um dos persos mais bem desenvolvidos que já vi) devido a isso. As músicas encaixam perfeitamente na história de sacrifício mútuo entre o casal, no fim é possível ver a pureza dos dois, Ouvindo as músicas dela o Shu a sente perto de si, como se estivessem juntos novamente. Não é um amor cego por uma idol nem de longe, em animes shoujo há romances fraquíssimos que acham incríveis (digo num todo).

    Tanto mais a dizer! *-*

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  33. posso ter assitido o animeem 2016 , mais o e o mais interessante que javi, essa criatica nao merceria ser publica pois em cada episodio o anime deu mais interrese ainda de assitilo ,se ternou um anime notavel melhor,tokyo ghoul ,fair tall,dragon ball ,one pice , sekaiju muhai no bahamut e naruto e mais gostaria que contuniase fazeria dinhero ate nao agunta mais.e deixaria os fãs loucos

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  34. Crítica extremamente pontuada, parabéns! A história se perdeu completamente, o personagem criou a maior parte dos dramas envolvidos e nem no final houve um fechamento satisfatório. A pior decepção desse anime e a forma grosseira de se construir e desconstruir um personagem, absurdo! A instabilidade dos personagens e a fraca justificativa pra isso desmereceram o potencial que a obra tinha. Concluo que é um bom anime mais mediocre

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