Mangas Undergrounds #3 – Yotsuba&!


Depois da marretada na cara que foi Freesia no ultimo post, está na hora de curar as feridas. Por isso dessa vez iremos descobrir o porque dessa obra já ser considerada um “cult moderno”, praticamente obrigatório. O mangá mais emotivo e aconchegante já escrito em todos os tempos: Yotsuba&!

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Mangas Undergrounds #2 – Freesia

Criado em 2003 por Jiro Matsumoto e publicado na revista Ikki, “Fressia” conta a historia de um Japão alternativo no qual, devido à superpopulação nas prisões, foi aprovada uma lei que permite os assassinatos por represália, ou seja, caso uma pessoa tenha tirado a vida de alguém muito querido a ti, você terá o direito legal de contratar um assassino para matar esta pessoa, ou até assassiná-la com as próprias mãos, criando assim uma sociedade podre, em constante guerra, corrupta e… parecida com a nossa.

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Mangas Undergrounds #1 – Eden: It’s an Endless World!

Bom, agora a coisa ficou séria! Depois das respostas positivas (mesmo com alguns falando que eu exagerei) ao post-convidado sobre Soul Eater, o Sr. Denys me chamou pra fazer uma coluna mensal sobre mangás undergrounds. Fiquei muito feliz, sempre guardei muito respeito pelo Gyabbo! e ser chamado pra escrever aqui… caramba! encheu o meu ego. No entanto, devo confessar que logo de começo fiquei um pouco confuso. Acontece que para esse primeiro post como coluna o Denys pediu para que eu falasse sobre o que eu considero serem mangás undergrounds. Isso pode ser um pouco estranho, mas eu nunca tinha parado pra pensar sobre como eu seleciono os mangás que eu falo, eu simplesmente falo.

Pensando um pouco, a solução veio com certa naturalidade, “mangás undergrounds” são mangás desconhecidos, no entanto, mais do que obras desconhecidas, são obras  desconhecidas e de qualidade. Nunca falei sobre um quadrinho sequer que eu considerasse ruim, se não gosto simplesmente não falo, e é isso que pretendo fazer aqui. Claro que “mangás de qualidade e desconhecidos” é um pouco amplo, não falo de qualquer mangá, eu tenho uma personalidade, um gosto próprio, então dentro desse “gênero” eu acabo falando de obras mais adultas, que contenham um maior teor psicológico, mas a premissa inicial é simples: apresentar ao público obras que ele não tenha lido, mas deveria.

E pra começar nada melhor do que esse mangá, uma ficção científica que não poderia ser mais realista: Eden, It’s an Endless World!

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Memórias de um fã: Love Hina

No último domingo eu cuidei novamente da parte de exibição de animes de um evento aqui em Manaus, o SOS CON. Lá, antes de tudo começar, conversando com uma pessoa do grupo de compartilhamento de animes aqui da cidade de Manaus Anime Sharing Day, o Kitsune25x, acabei aproveitando para pegar alguns animes com ele, incluindo um que há anos atrás eu havia assistido até o episódio 19, sem lembrar do que porque ter parado. Esse anime foi Love Hina.

 Eu não sei se isso vai virar uma coluna constante (depende do feedback de vocês a esse post), mas após assistir ao episódio 20 agora de madrugada, fiquei com vontade de falar um pouco das minhas memórias que tenho com esse anime.

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