Afinal, qual é a real importância do mercado oficial do ocidente para indústria japonesa de animes?

Os últimos dias no fandom brasileiro de animes ficaram marcados por uma grande discussão. De acordo com publicações realizadas em páginas do Facebook, o site Crunchyroll – responsável pelo streaming oficial de centenas de animes, filmes e live actions – estaria buscando garantir seu direito de detentor de transmissão no país através do redirecionamento de sites que fazem a distribuição ilegal de animes para sua própria página. Páginas como Anime CX e Animes Telecine foram algumas das que publicaram textos expondo a situação. É possível verificar que a Animes One HD hoje redireciona para o site com conteúdo legalizado. Já a Punch Subs, uma das maiores do país, apresenta a seguinte mensagem: “Voltaremos daqui uns dias sem o conteudo (sic) da CrunchyRoll”.

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Pesquisa sobre o perfil do consumidor de anime no Brasil – Crunchyroll

A pesquisa, feita pela agência Japorama, faz parte do processo de implantação do Crunchyroll em português

A Japorama, agência de comunicação pertencente ao JBGroup, do qual faz parte também a Editora JBC, começa nesta segunda-feira, dia 23 de janeiro, uma pesquisa online para levantar o perfil dos consumidores de anime no Brasil.

Conforme anunciado em outubro de 2011, o JBGroup firmou uma parceria com o site de streaming de vídeos Crunchyroll, para disponibilizar os animes com legendas em Língua Portuguesa.

A pesquisa faz parte do processo de implantação do serviço, e se estenderá até o dia 18 de março.

Você também pode participar da pesquisa CLICANDO AQUI ou através do link http://2palit.us/w3AqJR .

Via Press Release

 Acabo de receber esse Press Release e parece que finalmente a implementação do Crunchyroll no Brasil começou de verdade! É importante que todos os fãs de animes respondam essa pesquisa se querem ter um serviço de qualidade no país posteriormente, mesmo que essa pesquisa (a primeira que eu vejo sendo realizada abertamente sobre o público que assiste aos animes) seja mais sobre questões financeiras do que de comportamento do público. Neste post eu escrevi o que eu acredito que é preciso para o Crunchyroll dar certo no Brasil, dê uma lida.

É um grande passo, eu já respondi, responda você também e repasse esse post para os amigos para que seja uma pesquisa que reflita realmente os fãs de animes do Brasil.

JBGroup oficializa a vinda do Crunchyroll ao Brasil

Crunchyroll é um serviço de streaming de vídeo online, e uma comunidade que oferece episódios completos e filmes dos melhores animes japoneses. O conteúdo do Crunchyroll é fornecido pelos líderes de mídia asiáticos, incluindo TV TOKYO, Shueisha, Creative Fuji Corporation, Pony Canyon, Yomiuri Telecasting Corporation, Toei Animation, Gonzo, Munhwa Broadcasting of America, entre outros.

Breve, os fãs brasileiros de animes também poderão assinar o Crunchyroll, graças a uma parceria firmada com o JBGroup, grupo do qual também faz parte a Editora JBC. A Japorama, agência de comunicação pertencente ao grupo, será a responsável pela promoção do serviço no Brasil, bem como por sua localização, através da tradução do sistema e das legendas dos animes para português do Brasil. O idioma será o primeiro além do inglês a fazer parte das legendas do Crunchyroll.

Crunchyroll conta ainda com um serviço exclusivo chamado“simulcast”, onde os animes são disponibilizados para exibição – já legendados – poucas horas depois de sua exibição no Japão. O“simulcast” também estará disponível para alguns títulos legendados em português.

Nos próximos meses, a Japorama irá realizar uma série de pesquisas de mercado junto aos fãs de anime, enquanto prossegue com os preparativos para a implantação do sistema. O cronograma de lançamento, assim como os títulos, serão divulgados posteriormente.

Press Release via JBC

Apesar de não trazer muitas informações relevantes, agora é oficial. O JBGroup, grupo do qual também faz parte a Editora JBC, irá trazer para o Brasil o serviço de streaming de animes e outras produções asiáticas Crunchyroll.

Diferente do que havíamos pensado, não é diretamente a JBC a responsável, mas agência de comunicação Japorama, do mesmo grupo do qual a editora faz parte. A tradução fica por conta dessa agência que promete fazer pesquisas com fãs para poder oferecer o serviço da melhor forma possível para o público brasileiro. Isso é ótimo, lançar algo no mercado sem pesquisar é burrice, só espero que sejam pesquisas sérias e não coisas como enquetes virtuais.

Ainda não há títulos definidos, é esperar para por mais notícias.

comentei aqui o que eu acredito ser necessário para isso dar certo no Brasil, o que você espera que seja oferecido agora que é oficial?

Crunchyroll e JBC – O que é preciso para dar certo?

Na última terça-feira fomos surpreendidos por um post “investigativo” do Subete Animes indicando uma possível parceria entra a editora JBC e o site de conteúdo asiático, CrunchyRoll (CR). Se você não o conhece, o CrunchyRoll é um site de streaming (exibição online, ao estilo Youtube) voltado para o conteúdo asiático, especialmente animes. Diferente de muitos outros sites de streaming, o CR licencia oficialmente seus conteúdos, cobrando do usuário uma taxa mensal para o acesso. Hoje o site possui os direitos para exibição online de mais de 200 animes e doramas, incluindo séries como Naruto Shippuden e Bleach ou títulos recentes lançados quase que simultaneamente com o Japão, como Usagi Drop e Nichijou.

Num período onde as vendas de discos de anime vem caindo nos EUA e a presença dos fansubs é muito forte, um modelo de vendas online baseado no acesso rápido a diversos animes se mostra uma saída muito boa. O Brasil nunca conseguiu se firmar no mercado de home-video de animes por motivos diversos (escolhas de títulos erradas, falta de pesquisa de mercado, produtos sem qualidade, cultura da pirataria etc), mas, sendo a maior economia da América do Sul, não poderia nunca ser esquecido pelas empresas desse ramo.

Apesar de diversos sites do ramo – Como o JBOX – terem noticiado posteriormente, não existiu nenhuma confirmação oficial por nenhuma das partes. Na verdade o gerente de comunicação da JBC, Léo Lopes, afirmou ao Diário Otaku que “a editora JBC não tem nenhum projeto de transmissão de animês online”. Não descretido a informação do Diário, mas tenho minhas dúvidas se essa negativa do Lopes não se dá apenas por não poder confirmar nada no momento. Chega a ser estranha a afirmação do mesmo de que desconhece o sistema de transmissão.

É esperar para ver.

Mas, e se for verdade? E se o CrunchyRoll estiver mesmo chegando ao Brasil pela JBC (possivelmente ajudando na logística local e nos trabalhos de tradução)? Será que dará certo? Pessoalmente eu acredito sim que pode ser um sucesso, mas para isso os envolvidos precisam atentar para certos detalhes:

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