Card Captor Sakura – Editora JBC – Vol.1

Um dos primeiros mangas a serem lançados no Brasil, iniciando o longo caminho de mais de uma década da editora JBC com esses quadrinhos, Card Captor Sakura retorna em uma nova edição publicada desde Junho desde ano. Primeiramente anunciada como uma “edição de luxo” e saindo como uma “edição especial”, será que vale a pena colecionar novamente as aventuras da – já clássica – obra do grupo CLAMP?

Continuar lendo

A saída de Marcelo Del Greco da editora JBC e as mudanças no mercado brasileiro de mangas

Transição da gerência de conteúdo marca nova fase da Editora JBC (via press release).

Com essas palavras na última sexta-feira (25/05) todos os fãs de mangas foram surpreendidos pela notícia da saída do gerente de conteúdo da Editora JBC, Marcelo Del Greco. Sua saída, de acordo com o informe, marca uma nova fase para a auto-intitulada “maior editora de mangás do Brasil”, sendo capitaneada agora por Cassius Medauar.

Continuar lendo

Golgo 13 – Editora JBC – Vol. 1

Golgo 13, manga lançado desde 1969 nas páginas da revista seinen Big Comic pelo autor Takao Saito – um dos expoentes do quadrinho Gekiga -, contando atualmente com 160 volumes encadernados, é um dos grandes ícones dos quadrinhos japoneses tanto por sua qualidade quanto por sua longevidade. Continuar lendo

Editora JBC lança Hero Tales em Março

A lenda está prestes a ganhar vida! Descubra quem são os jovens heróis que, em tempos de guerra, embarcam numa aventura capaz de decidir os rumos de um Império em Hero Tales, o novo mangá trazido para o Brasil pelaEditora JBC.

Continuar lendo

JBC lança Cavaleiros do Zodíaco versão Tankohon em Janeiro

Com uma capa que consegue rivalizar em feiura e mal gosto com a de Evangelion #1 da própria JBC, Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seiya) chega às bancas a partir de janeiro, em 28 volumes de periodicidade mensal, no formato tankobon, pelo preço de R$10,90 cada.

O ano de 2012 começa com a volta do primeiro manga a chegar na vinda moderna dos mangas ao Brasil. Sucesso absoluto na televisão na época da extinta Manchete e grande sucesso ao ser publicado pela Conrad, Cavaleiros do Zodíaco é um daqueles materiais que chega e vende. Prova disso são as diversas séries que vieram da franquia para cá, como Cavaleiros do Zodíaco – Saint Seiya: The Lost Canvas – A Saga de Hades (de Shiori Teshirogi) e a continuação direta da trama original, Os Cavaleiros do Zodíaco – Saint Seiya: Next Dimension – A Saga de Hades, todos da própria JBC.

Essa certeza de boas vendas e a situação atual da qualidade gráfica dos mangas, principalmente da JBC, me deixam muito temeroso quanto ao que iremos encontrar nas bancas em Janeiro. O desleixo com a capa (veja da original aqui no Chuva de Nanquim) já é uma amostra do que possivelmente veremos. Já comentei aqui sobre o provável futuro do mercado de mangas com um pensamento e ações como essa da JBC. Mesmo a entrada da L&PM Editores não parece balançar as certezas de Marcelo Del Greco quanto o que deve ser feito.

Eu sempre quis ler o manga de Cavaleiros por inteiro por não ter tido a oportunidade de comprar a versão da Conrad, mas posso dizer com segurança: Se a qualidade interna for a mesma da capa, não comprarei e não indico.

ATUALIZAÇÃO: De acordo com informações do site CavZodíaco, “A editora explicou que este corte [na capa] foi necessário já que a editora japonesa Shueisha não possui mais as imagens das capas originais, portanto foi necessário scanear a capa dos mangás japoneses e fazer os cortes necessários (segundo a editora, não é permitido fazer qualquer alteração na imagem da capa, portanto apenas retoques de cor são permitidos, o que a obrigou a fazer o corte na imagem).”

De acordo com essa afirmação nós temos uma editora japonesa que não possui a imagem original do primeiro volume de manga de imenso sucesso no mundo, o que eu pessoalmente acho improvável, mas não irei questionar essa explicação oficial. Isso significa que possivelmente as capas dos outros volumes também venham “diferentes” das originais. Ainda de acordo com o meu entendimento das afirmações acima, não seria possível pegar a imagem scaneada da capa original e reconstruir o logo, como mesmo um amador consegue fazer conforme linkado no Chuva de Nanquim. Não estou aqui para questionar essas explicações oficiais, apesar de achar uma imensa burrice por parte da Shueisha, algo até difícil de imaginar. O que eu fico pensando é que, se nem a imagem original dessa versão a editora possui, será que não seria melhor, pensando na qualidade do produto a ser lançado, licenciar seu Aizouban ou BunkoBan ou a primeira, segunda ou terceira edição Remix ou, e essa teria sido a melhor escolha, a versão KanzenBan? Cavaleiros do Zodíaco teve ao todo SETE tipo de edições lançadas e eles conseguem escolher aquela que nem a imagem da capa original existe/está nas mãos da editora detentora dos direitos?! Se isso não for desleixo, eu desaprendi o significado da palavra.

Fim da atualização. Agradeço ao leitor @Rafa_9000 por ter me indicado a informação.

ATUALIZAÇÃO 2 (19/12/11): Sabe, eu tento ser bom moço. Se o editor da JBC vem a público falar que a Shueisha diz que “não é permitido fazer qualquer alteração na imagem da capa, portanto apenas retoques de cor são permitidos”, eu fico calado e finjo acreditar. Nunca foi do meu feitio aqui no Gyabbo! ragear. Mas lá estava eu lendo um fórum de Cavaleiros que linkou este mesmo post e percebi algo vendo lá que é tão óbvio que sinto até vergonha de vir aqui mostrar, mas vamos lá (ficou feio, mas dá pra entender):

Na esquerda temos o canto superior direito da capa original. Na direita temos o canto superior direito do que sobrou da capa original na versão da JBC. Agora me expliquem onde diabos foi parar a barra logo acima da crina, de onde surgiu a continuação daquele cabelo e mais alguns centímetros quadrados de fundo. EU DIGO DE ONDE, DA PORCARIA DO PHOTOSHOP. DA RECONSTRUÇÃO QUE ELES FIZERAM. E não foi um “retoque de cor” apenas. Se vocês podem reconstruir em uma parte, façam seu trabalho direito e reconstruam o resto ao invés de colocar essa borda ridícula, cortando tudo que não tiveram vontade de trabalhar. Isso se chama desleixo, preguiça, desrespeito com o consumidor.

Mas principalmente, isso se chama mentir na cara do leitor.

Ah! E só pra terminar, olha que beleza, eu até fiquei pensando enquanto escrevia a primeira atualização se eles não teriam pega essa versão por ser a única disponível (sim, eu tento ser o mais gente boa possível), mas vejam que notícia linda é a de que na espanha a editora Glénat irá lançar a versão Kanzenban. E a gente com essa porcaria de terceiro relançamento de um mesmo manga sem que haja qualidade pra justificar isso. Parabéns JBC, parabéns por enganar na cara dura os seus consumidores.

Mas não fique calado, se você não gostar da versão que encontrar nas bancas, envie seu repúdio para o contato direto da editora (mas seja educado, por favor):

http://www.editorajbc.com.br/contato/contato.php

PS: Pelo menos não tivemos um “Edição especial” na capa, devem ter percebido o quão ridículo isso era e como era uma propaganda enganosa ao leitor.