Letter Bee – Conclusão

Olá pessoal! Hoje começa o real deal (na verdade foi ontem, mas vamos ignorar)! Seja com Iron Man ou Bakuman, a temporada de outono está aí e vem com animes prometendo muito. Lendo isso você deve estar pensando que esse já será um post sobre algum anime dessa nova temporada, mas na verdade não!

Aproveitando que hoje também é a estreia de Letter Bee Reverse, irei lançar o (super) atrasado post de conclusão da primeira temporada de Letter Bee, terminada em março desse ano.

Mas antes de partirmos para o texto em si, não deixe de votar na enquete do Censo Gyabbo! – Como você tem acesso aos animes que assista?

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Kimi ni Todoke – Conclusão

Olá minha gente! Como dito ontem, o tempo urge (eu não disse exatamente isso, mas ok), por isso hoje já trago mais daqueles posts conclusivos. Sei que é diferente do ritmo normal do blog, mas infelizmente é como eu vou ter que fazer, pois ainda estou dividindo o meu tempo com outras responsabilidades. Mas como ninguém reclamou de nada, acho que está bom. Hoje vem o “último” post de conclusão, sobre Kimi ni Todoke. Digo “último” por que na verdade ainda faltam alguns outros, mas os que queria concluir com  prioridade já foram, depois desse post meu foco cairá para as novas estreias da temporada de Primavera e só depois retorno com os que faltaram, ok?

Lembro que enquanto escrevia o post dos animes que pretendia assistir da temporada de outono de 2009, por muito pouco deixo esse anime de fora. Tinha acabado recentemente de assistir Aoi Hana, não sabia se queria ver outro shoujo seguidamente, até por que a sinopse não me indicava nada muito impressionante que me forçasse a assistir, mesmo gostando da sua simplicidade. O que fez eu inclui-lo na minha lista na verdade foi o fato de ser a nova produção da Production I.G, que anteriormente havia feito o ótimo Higashi no Eden, pra vocês verem como séries tão diferentes podem atrair público quando são de fato qualificadas.

Kimi ni Todoke, do seu primeiro ao último episódio, apesar de algumas raras ressalvas, apresentou uma animação muito bem feita, lembrando bastante os traços aquarelados do estúdio J.C. Staff, o que para mim é um grande ponto positivo. Além disso, contava com uma abertura e um encerramento cativantes, que conseguiam manter a atmosfera da série de uma forma que poucas séries conseguem, o que é uma pena, pois para mim a qualidade da abertura de um anime, a forma como ela consegue sintetizar o estilo do que será visto, fala muito da própria qualidade da série em questão.

Durante um certo período eu comecei a me convencer que séries de 12~13 episódios eram melhores que séries de 24~26, mas recentemente venho reformulando novamente essa teoria, acreditando hoje (o que o amadurecimento e a experiência não fazem) que o número de episódios não quer dizer muita coisa (ou nada) de uma série. Kimi ni Todoke manteve-se em uma linha contínua de notas altas, com exceção para o episódio 16, uma recapitulação. Mas mesmo esse episódio foi bem feito, não se prendendo a somente reprisar cenas, mas trazendo um esquema original para que pelo menos não ficasse no 0. Outra coisa interessante de se notar é o crescimento da série nos últimos quatro episódios.

Esses episódios finais seriam tudo aquilo que todos esperavam desde as primeiras cenas do primeiro episódio. A solução do casal principal, Kuronuma e Kazehaya. Sendo sincero, em todos esses últimos episódios eu me peguei torcendo mental e oralmente para que as coisas acontecessem. Esses dois são provavelmente o melhor casal já apresentado em um anime, principalmente por terem tido tempo suficiente e uma direção bem direcionada que os permitiu evoluir lentamente, mas progressivamente, mantendo-se fiel à personalidade tanto da Kuronuma, quanto do Kazehaya, a primeira um tanto quanto perdida em um mundo novo de relações sociais e sentimentos, o segundo seguro de si, mas com todas as inseguranças que um adolescente da sua idade possui.

Não pretendo fazer spoilers, mas esses comentários finais podem ser meio conclusivos, então para quem ainda não assistiu, peço que tenha cuidado a partir de agora; A série para mim fechou de modo quase perfeito. Quem está acostumando com esse tipo de romance japonês onde pouca intimidade corporal é mostrada (o que eu ainda prefiro aos excessos dos montes de animes ecchis que andam infestando a indústria), já poderia esperar o final como o que teve, então não há muito do que reclamar. Mas bem que eu torci por algo mais…

Kimi ni Todoke foi um dos animes mais eficientes que vi nos últimos tempos, basicamente da mesma forma que Fullmetal Alchemist: Brotherhood está sendo para o lado shounen. O final permitiu a abertura para uma continuação, que eu abraçaria com vigor, assim como a volta dos irmãos Elric, até pelo manga continuar em publicação (e não duvido que logo chegue ao Brasil). Mas se resolverem que Kimi ni Todoke já contou o que tinha de contar em versão animada, não guardarei nenhum ressentimento, pois todos os sorrisos que abri ao ver todos os seus episódios pagam qualquer custo.

Seiken no Blacksmith – Conclusão

Olá a todos! Venha primeiramente informar que o problema no meu notebook ainda não foi resolvido, por isso infelizmente não estou podendo assistir ainda os novos animes da temporada de inverno, como Durarara!! Esses posts sobre as minhas primeiras impressões  vão sair , mesmo que bem atrasados. Enquanto isso não acontece, vou continuar com meus posts de conclusão de alguns animes que faltam da temporada de inverno, como será o caso hoje de Seiken n0 Blacksmith.

Outra coisa, é que queria agradecer muito pela resposta que tive(mos) com a entrevista feito com o Mauricio de Sousa. Além dos elogios  e comentários, ela foi responsável por estabelecer  um novo recorde de visitas diárias no blog, batendo também o de semanais, sendo que provavelmente no final do mês esse recorde também será quebrado. A parceria com o J-Wave continua, já emendamos uma nova entrevista com uma pessoa bem conhecida na área, acredito que vocês irão gostar bastante, só aguardar!

Seiken no Blacksmith, do estúdio Manglobe, começou e terminou como se esperava. Na média.

A história e seus personagens eram clichês de animes de aventura, mas clichês simpaticamente explorados, fazendo com que seus episódios fossem bem divertidos de se assistir. Contando a história e o crescimento da protagonista, Cecily Cambell, com ajuda do ferreiro Luke Ainsworth, clássico homem rude por quem a protagonista eventualmente irá se apaixonar, da espada demoníaca Aria e da kawaii Misa, Seiken no Blacksmith parecia caminhar em seus primeiros episódios para uma trama simples de uma cidade versus um inimigo poderoso.

O problema é que o anime contava com apenas 12 episódios, que acabaram mal explorados pelo diretor Hidaka Masamitsu, dando ênfase em histórias secundárias para mostrar o crescimento da sua personagem principal. A questão é que em um anime de 12 episódios tudo preciso ser bem amarrado e explorado. O tempo é curto e disperdícios podem fazer a série se transformar em algo corrido.

No caso específico de Seiken no Blacksmith, fiquei, como posso dizer,  “chateado” com o episódio 5 (veja o gráfico à baixo) que não teve utilidade alguma. Quando se pensava que a história iria para algum lugar, ela simplesmente mudava de direção, chegando a um final apressado e mal aproveitado. A impressão que fica é que Seiken no Blacksmith poderia ser muito melhor em uma série de 26 episódios, não 12.

Não estou afirmando que o anime é ruim, vejam pelo gráfico que ele cada episódio individualmente manteve uma boa média (com exceção do  5), indo de oito para sete, e daí para 9. Só que se os gráficos são boas formas de se analisar episódio por episódio, podem também enganar. Como diria  a teoria da Gestalt (Psicologia, vejam o link), o todo não é igual a soma de suas partes. Por isso, mesmo com três episódios finais acima da nota nove, muito por causa da ótima animação e cenas de luta que o estúdio Manglobe construiu, a série em si não passa de algo mediano.

O que posso resumir é; não esperem muito da série, ela consegue ter lutas empolgantes, algumas cenas engraçadas, ótima animação, umas pitadas de ecchi para quem gosta ( não o meu caso, acho até que foram usadas piadas sobre “seios” em excesso), mas não alcança vôos longos. É esperar por uma nova temporada que explore melhor seu potencial.

Nyan Koi! – Conclusão

Olá a todos! Final de ano quase chegando, mas o Gyabbo! não pode parar. Antes de começar o post de verdade vou fazer uns jabazinhos novamente. Agora o Gyabbo! tem uma conta no Twitter, o @Gyabbo. Se você não tem conta pra me seguir, ali embaixo tem um widget que mostra o meu último tweet! Além disso, quero lembrar que é possível assinar o feed do blog também, é só clicar no ícone à sua direita. Assim, agora que estou de férias e vou postar com muito mais frequência, você sempre vai saber quando tiver post novo.

O final do ano vai chegando, o inverno também e com isso muitos dos animes da temporada de Outono vão terminando. Continuando com as minhas análises prévias e póstumas dos animes que asssisto, hoje vou comentar sobre Nyan Koi! Dos animes que pretendia assistir no Outono, este era a única comédia, por isso (e por ser animada pelo mesmo estúdio da sério Seto no Hanayome, o estúdio AIC) eu tinha grandes expectativas quanto à série.

O elenco de Nyan Koi! é na verdade bem clichê; temos o protagonista azarado, apaixonado e que só quer viver seus dias de adolescente em paz, Junpei Kousaka. Além dele, temos a sua paixão, a doce Kaede Mizuno, garota kawaii e ingênua. Temos ainda a par de gêmeas Akari e Kotane Kirishima, a Tsundere amiga de infância Kanako Sumiyoshi e a violenta Nagi Ichinose. Apesar do acúmulo de clichês por metro quadrado, o anime conseguiu fazer com que todos os personagens fossem muito carismáticos, fazendo você gostar cada vez mais de cada um. Se o elenco humano não fosse o bastante, ainda temos o elenco de gatos que acabam roubando a cena em vários episódios.

Tecnicamente Nyan Koi! é um dos melhores animes da temporada de outono. Sua animação é viva e consegue transmitir bem o sentido non-sense que a série possui. O elenco de seiyuus é outro show a parte, todas as vozes parecem ter sido escolhidas a dedo e combinam perfeitamente com seus personagens. Dou uma atenção extra para Yuu Kobayashi na voz de Nagi Ichinose, certeza de muitas risadas com as suas interpretações.

Vocês podem ver pelo gráfico que Nyan Koi! foi uma série à cima da média, mas com muitos altos e baixos, oscilando entre episódios gargalhantes e alguns apenas engraçado. Mas com um óbvio crescimento nos seus episódios finais, principalmente no último (o que falar da piada sobre uma possível segunda temporada? Muito bom!), mostram toda a qualidade da série.

Se Nyan Koi! não foi uma comédia non-sense como eu esperava, conseguiu ser uma ótima comédia e que merece ser assistida por todos que gostam do estilo.

Fica um aviso final. Apesar de pouco, a série tem sim vários momentos de fan-service, mas nada maior que o enredo, além de esconder muita coisa que provavelmente será mostrada nos DVD’s. Eu como contra o uso de fan-service acho essa a melhor saída. Deixem o fan-service para quem quiser ver, que na TV isso seja mais atenuado.

Fairy Tail, Darker than BLACK – Ryuusei no Gemini – Primeiras impressões

Um pouco atrasado, mas hoje chega mais um post sobre os animes da temporada de outono! Estamos quase terminando, acredito que no máximo mais três animes serão analisados aqui.

Fairy Tale

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E finalmente Fairy Tale estreou! Não que eu seja um fã do manga, na verdade só li o primeiro capítulo, mas eu sempre me empolgo com a estreia de grandes shounens. Felizmente fomos recompensados nesse primeiro episódio. Antes de falar da partes boas, vou fazer umas pequenas críticas aqui.

O primeiro ponto é a animação. Antes de seiyuus, antes de músicas, antes de muita coisa, pra mim o ponto fundamental para uma boa adaptação de um shounen é a sua animação. Afinal, normalmente eles não tem roteiros extremamente bem trabalhados, se baseiam mais em empolgar o telespectador com boas cenas de ação e comédia. Quando um anime de lutas não é bem animado, fico com aquele ar de estranheza no ar, algo como “Ah… poderia ser melhor”, tanto que isso era pelo menos 50% da razão pela qual eu gostava tanto de Soul Eater e suas cenas de ação incríveis e por que nunca fui muito com a cara da versão animada de One Piece.

Mas ela é tão ruim assim? Não, é razoável e consegue levar o anime, mas certamente poderia (e deveria) ser melhor. Não sei se tem algum sentido, mas acredito que animes longos como Fairy Tale provavelmente será, acabam economizando um pouco de dinheiro visto o grande número de episódios (se alguém souber se estou falando besteira, pode falar nos comentários, é mais um chute aqui).

Fora isso a estreia foi muito agradável, tiveram grande habilidade de contextualizar o mundo em que o anime se passa de uma maneira rápida, sem ser maçante. Os personagens principais que apareceram foram divertidos e carismáticos, algo fundamental para um shounen. A dublagem também é boa, apesar de inicialmente ter estranhado a voz da Hirano Aya no papel de Lucy. Além de tudo isso, claro, a história parece bem promissora, como disse uma amiga minha no twitter, “se envolve magia, então é no mínimo apreciável”, já começando de maneira a empolgar.

Só pra terminar, quero destacar a abertura, que pra mim é até agora a melhor dessa temporada de outono. Infelizmente não achei no Youtube para colocar aqui, visto a ridícula política de retirar esse material do site. Mas nesse link é possível vê-la.

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Darker than BLACK – Ryuusei no Gemini

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E Darker than Black está de volta! A primeira temporada quando saiu foi um grande e grata surpresa, era uma época em que eu não ia muito atrás de informações, lembro de ter simplesmente achado o nome legal e baixei. E que primeiro episódio foi aquele? Apesar de sua qualidade, DtB deixou MUITAS coisas sem explicação (eles explicaram alguma coisa?) e mesmo seu OVA não ajudou muito. Por isso uma sequência era algo lógico e quando Fullmetal Alchemist: Brotherhood foi confirmado, era só um questão de tempo (pra quem não lembra, o primeiro boato de uma sequência para Dtb saiu junto com o boato de uma nova série de FMA).

E se ali em cima eu comentei da animação não tão boa de Fairy Tail, aqui eu só posso louvar o ótimo trabalho que o estúdio Bones faz novamente nesse quesito! Enquanto algumas sequências perderam em qualidade na animação (FMA, Inuyasha), DtB continua muito bonito e com cenas de ação muito bem feitas!

A história parece que vai passar longe da primeira, com muitos novos personagens, mas Hei continua e nesse primeiro episódio sua aparição não poderia ser mais emocionante!

Não tenho muito o que falar de DtB que não fosse chover no molhado, só posso esperar que a qualidade continue e que as muitas respostas sejam respondidas (apesar de que eu não reclamaria se aumentassem as dúvidas e fizesse uma terceira temporada!).

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