Kimi no Suizou wo Tabetai (Eu Quero Comer seu Pâncreas)

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Colorful – Do suicídio às cores da vida

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K-ON! – O filme

Logo do filme de K-ON!Um dos maiores sucesso recentes da animação japonesa – pelo menos nas vendas, visto que divide opiniões entre o fandom (atualizando: os discos desse movie já venderam mais de 140 mil cópias) -, a série K-ON! recebeu em Dezembro do ano passado, o após o sucesso de duas temporadas que juntas contabilizaram 39 episódios e dois OVAs, seu primeiro longa-metragem, sendo lançado apenas em Julho desse ano em DVD/BD para finalmente poder ser visto pelo público ocidental.

Conforme você pode ler no meu post de conclusão para a segunda temporada da série, eu sou um verdadeiro fanboy de K-ON! e por isso o filme estava sendo muito aguardado por aqui, assim que saiu virou prioridade máxima e na última semana pude finalmente assistir aos 109 minutos desse longa-metragem.

Valeu a pena? Vejamos…

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Pokemon – O filme – Mewtwo Strikes Back!

Há mais de 14 anos atrás Pokemon era uma imensa febre no mundo inteiro e como não podia ser diferente a franquia começava a lançar o que seria uma longa sequência de filmes. Em janeiro de 2000 chegava ao Brasil o primeiro desses filmes, Pokemon: Mewtwo Strikes Back! ou como ficou conhecido por aqui: Pokemon – O Filme.

Lembro de ter visto esse longa nos cinemas, esperando em longuíssimas filas e recebendo minha carta do Electabuzz ao comprar o ingresso. Nesses 12 anos que se passaram desde a primeira vez que assisti, o filme ficou marcado como um dos grandes animes que eu já assisti, mas será que meus 11 anos não teriam me enganado?

É essas e outras coisas que pretendo responder e comentar nessa nova “coluna” que se inicia no blog Gyabbo!. Mensalmente irei comentar cada um dos (até o momento) 14 filmes existentes, e entre eles comentar também os especiais da franquia. Como diria a frase mais famosa da série “Gotta Catch ‘Em All!”.

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Hotarubi no Mori e

Existem muitas falhas na minha “formação” como fã de animes, como você pode ler um pouco neste artigo antigo, e uma delas é ainda não ter assistido ao shoujo Natsume Yuujinchou de Yuki Midorikawa em suas quatro temporadas (algo gigantesco para um anime desse gênero).

Não foi por falta de incentivo ou por desmerecer a obra, mas por só ter atentado para ela temporadas depois da sua primeira. Talvez pensando justamente nisso (e em aproveitar o sucesso, claro) o estúdio Brain’s Base adaptou para o cinema outra obra da mesma autora com um atmosfera bem semelhante. Baseado em um one-shot lançado em 2003, Hotarubi no Mori e (2011) era o empurrão que eu precisava para ver Natsume, porém, mais do que isso, é um belíssimo conto folclórico em forma de animação japonesa.

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